1 Julho, 2009
Há quem contrate pelas redes sociais, verificando um usuário com perfil adequado para a vaga. Há quem investigue pelas redes sociais a quantas anda a vida de determinado candidato. Há, por fim, quem utilize as redes sociais para trabalhar a sua imagem, seja ela corporativa ou pessoal.
Empresas de recrutamento online como Catho, MonsterBrasil.com e Curriculum.com tem utilizado as redes sociais como forma de divulgação: disseminação de novidades, notícias, dicas, entre outros.
Perfis nas principais redes como Twitter, Facebook, Orkut, canais no Youtube e até blogs são instrumentos de conteúdo para essas empresas. É onde elas tem chance de se posicionar como fontes de referência nos setores em que atuam.
A questão da presença (ou podemos dizer onipresença?) nas redes sociais deixou de ser um complemento para ser uma necessidade.
Por outro lado, há sites especializados nas questões curriculares: o LinkedIn e o próprio Monster são exemplos. Manter perfis atualizados, com recomendações de colegas ou ex-companheiros de trabalho pode ser uma boa oportunidade para quem busca um emprego.
Para as empresas que buscam candidatos, consultar o LinkedIn pode ser mais útil que Orkut para o propósito de obter referências, por exemplo.
Vale a pena reler o post que discutimos a questão da busca de emprego pelas redes sociais: http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/12/19/emprego-pelas-redes-sociais/.
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Sites de recrutamento utilizam mídias sociais para divulgar imagem (Fonte O Globo Online)
Busca de emprego pelas redes sociais (Fonte MLOG)
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Escrito por mlonlinegeneration
26 Junho, 2009
Um estudo chamado The 2009 Women in Social Media Study, realizada pelo iVillage, Compass Partners e BlogHer detectou que 64% das mulheres americanas tendem a usar mais os blogs do que as redes sociais como fonte de informação.
A pesquisa ainda foi mais a fundo e quantificou as finalidades de uso dos blogs por essas mulheres: 43% usam blogs para recomendações e orientações e 55% para troca de opiniões.
Dados do estudo ainda apontaram que das 42 milhões de mulheres envolvidas semanalmente com mídia social, 55% participam de atividades em blogs, 75% usam redes sociais como Facebook e MySpace e 20% usam o Twitter.
Para o comércio eletrônico e seu sistema de recomendação e influência (por meio de resenhas, opiniões, expressão de experiências), ainda há mais dados interessantes: 45% das usuárias que participaram do estudo indicaram ter comprado um produto depois de ler sobre ele num blog.
Essa pesquisa nos evidencia que é preciso cada vez mais estudos verticais sobre os públicos aos quais queremos ter acesso. As mulheres preferem os blogs, mas e os adolescentes? E os homens de determinada faixa etária? Apenas entendendo a fundo o comportamento, é que conseguiremos oferecer formas de contato e comunicação customizadas e conectadas com as necessidades de cada um.
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E as mulheres online usam blogs para informação e troca de opinião (Fonte BlueBus)
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Escrito por mlonlinegeneration
8 Junho, 2009
Ben Self, co-fundador da Blue State Digital, agência que se ocupou da campanha presidencial de Barack Obama esteve em São Paulo falando sobre a estratégia de sucesso que os levaram à Casa Branca.
Self, após um balanço sobre a campanha, concluiu que a ferramenta mais importante na estratégia traçada foi o e-mail. A campanha contou com a rede social My.Barack.Obama, com vídeos no YouTube, doações pela internet e a compra de termos considerados prejudiciais a Obama em links patrocinados.
Uma das vezes em que se viu a eficácia do e-mail foi um episódio em que a candidata Sarah Palin criticou as comunidades online. No mesmo dia, a agência disparou para mais de 68 milhões de eleitores um e-mail explorando as críticas de Palin. Indignados com a candidata, a campanha de Obama arrecadou muito na ocasião.
O motivo do sucesso, obviamente, contou com um mix entre ações online e presenciais, sempre em tom pessoal.
Uma pena que aqui no Brasil, o nosso Superior Tribunal proíba manifestações dos candidatos web afora: http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/08/27/sera-possivel-que-vao-controlar-todas-as-manifestacoes-espontaneas-das-pessoas-na-internet/.
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Web 2.0? Ferramenta mais importante na campanha online de Obama foi e-mail (Fonte Idéia 2.0)
Será possível que vão controlar todas as manifestações espontâneas das pessoas na internet? (Fonte MLOG)
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Escrito por mlonlinegeneration
15 Maio, 2009
Que a internet é um meio de expressão de gregos e troianos, isso já sabemos. O grande desafio, agora, é lidar com as manifestações geradas pelo consumidor que se tornam populares na web e prejudicam a reputação das organizações.
Monitoramento, acompanhamento, relacionamento com formadores de opinião online tem sido atos recorrentes de algumas das maiores companhias de mundo a fim de aferir a percepção que as pessoas tem a respeito de suas marcas, produtos, serviços e ideias.
Uma matéria no site Ideia 2.0 elegeu os cinco virais que mais prejudicaram as empresas nos últimos tempos.
O primeiro diz respeito a um caso da rede Domino´s em que funcionários se vingavam de clientes com cenas nada fidelizadoras.
O vídeo acarretou em uma reação do presidente da empresa que se desculpou publicamente no YouTube.
Os demais casos são todas experiências que os usuários tiveram com as empresas e que acabaram por dispará-las na rede, fazendo com que a credibilidade das organizações fosse posta em xeque.
O fato é: como lidar com isso? Pois, qualquer empresa está sujeita às intempéries de um funcionário ou um cliente descontente. Acredito que traçar diagnóstico da marca e acompanhar o buzz online sejam os primeiros passos. Um bom plano de gestão de crises também ajuda bastante.
Atualmente, todos temos telhados de vidro, não é mesmo?
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Conheça os 5 virais que mais prejudicaram a reputação de empresas (Fonte Ideia 2.0)
Mau uso das redes sociais (Fonte MLOG)
Pilares da participação organizacional nas redes sociais (Fonte MLOG)
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1 Abril, 2009
Convites, brindes, posts pagos, patrocínios a blogueiros…são itens pra lá de polêmicos.
A LG, na ocasião do lançamento do LGRenoir, convidou blogueiros para testarem o aparelho em um hotel, no Guarujá. Os blogueiros convidados testaram e postaram suas impressões em seus blogs. Alguns outros blogueiros criticaram a ação. Na página da fabricante, a agência optou por deixar todos os comentários com a tag #LGRENOIR à vista de quem quisesse, tanto os positivos quanto os negativos. Muita gente resolveu detonar a marca e postou comentários negativos.
Ainda assim, a agência que atende a LG acredita que o balanço final tenha sido positivo e que as mídias sociais são para se ouvir o que as pessoas tem a dizer a respeito de uma empresa, marca, produto, de forma negativa ou positiva.
A cantora Marisa Monte também foi alvo de críticas: ao postar um vídeo para a divulgação do DVD Infinito ao Meu Redor, foi enxovalhada por blogueiros que consideraram a iniciativa uma tentativa de viralização barata do conteúdo.
E polêmicas envolvendo esse universo já surgiram aos montes: quando a Coca-Cola lançou o I9 e enviou mini-geladeiras a nove blogueiros, quando a agência da Nike tentou comprar um blog para falar bem do Ronaldo, e assim por diante.
Um fato, no entanto, é certo: uma vez nas redes sociais, você vai ser alvo. Podem ser comentários negativos ou críticas ácidas. Conviva com isso e extraia o que tem de melhor.
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LG e Marisa Monte também sofreram com repercussões na web (Fonte Estadão)
Nem toda ação viral tem o efeito esperado (Fonte MLOG)
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25 Março, 2009
Esse não é um post ligado ao segmento corporativo. Li a reportagem do IDGNow sobre os dez micos da web e resolvi comentá-la aqui.
As pessoas acreditam que por terem perfis em redes de relacionamento e em sites de compartilhamento de conteúdo, imagens ou vídeos estão imunes ao que escrevem. As fronteiras entre o público e o privado caíram de vez. Se escrevo qualquer coisa em algum site de relacionamento, automaticamente, muitos me ligariam ao meu local de trabalho e a depender do conteúdo, estarei bem ou mal representando as instituições das quais faço parte.
Para conferir os dez micos da web que culminaram em demissões e exposições desnecessárias para os causadores, clique aqui.
O que vale lembrar aqui é: a partir do momento que você se expõe na web, seja por diversão, contatos profissionais ou qualquer outro motivo, você está vulnerável e propício a ser encontrado, seja por um recrutador de vagas de emprego, seja por um inimigo de infância, seja por colegas que você não vê há anos. Ainda assim, é possível dizer nos dias de hoje que você é o que você clica. Se você navega só em junk sites, provavelmente, as pessoas o ligarão a esse tipo de conteúdo.
Não estou ditando aqui regras sobre o que postar em seus perfis na web, apenas para que todos prestemos atenção, por questões de segurança até, em tudo aquilo que expomos mundo afora. Afinal, estamos falando da rede MUNDIAL de computadores…
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Confira 10 micos na web (Fonte IDGNow)
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Escrito por mlonlinegeneration
11 Março, 2009
É com essa pergunta que a home Page do site WWW.yubliss.com pretende que os seus internautas reflitam sobre suas vidas.
O YuBliss é um site de relacionamentos idealizado por brasileiros baseados na Califórnia que pretende instigar seus usuários a se auto-avaliarem.
Não se trata de resolver dilemas morais das pessoas, como por que não resisto a uma liquidação ou por que mesmo em regime, vivo engordando. Trata-se de fazer com que cada um analise e entenda as razões pelas quais agem por impulso ou inconscientemente.
Segundo o próprio site, “Bliss” é uma expressão em Inglês que representa a realização de sonhos, a descoberta da identidade. Portanto, o nome já é uma tentativa para incentivar as pessoas a seguirem o seu caminho.
E como as pessoas encontram respostas para as suas dúvidas? Em rede: compartilhando experiências, publicamente ou de forma anônima, e identificando os mitos que regem a vida.
O projeto já conta também com um blog: http://yubliss.blogspot.com/.
Auto-ajuda pelas redes? Sim, já é possível.
Fonte
YuBliss.com
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2 Março, 2009
Li no Gigablog (Uol) que os soldados britânicos foram orientados a se desfazer de seus perfis em sites de relacionamento, tais como o MySpace e o Facebook por brechas de segurança que podem levar ao vazamento de informações confidenciais.
Será que não valeria, por parte das Forças Armadas Britânicas, apenas uma política de recomendações e usos? O que os soldados fazem na vida privada (e espero normal) deve ser de responsabilidade deles.
Além da proibição dos perfis em sites de relacionamento, a orientação é que não escrevam blogs, não participem de fóruns de discussão e nem joguem games pela Web.
Na contramão dessa linha de pensamento, a polícia americana e a polícia japonesa se valem das ferramentas baseadas na rede para uso a favor de seus trabalhos: http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2009/02/18/videogames-tornam-se-mais-do-que-diversao/.
Pessoalmente, acho que os esforços para limitar o acesso domiciliar de qualquer pessoa a qualquer site de internet é uma grande besteira. O que se faz na vida privada de cada um é problema de cada um. Obviamente não estou dizendo que todo conteúdo da internet é lícito ou de bom gosto. Na verdade, a maior parte merece cair no esquecimento.
Outra bobagem é creditar o vazamento de informações confidenciais a “brechas de segurança desses sites”. A tal brecha de segurança depende muito mais do que os soldados divulgam do que qualquer outra coisa. E nesse caso, vale o bom senso. Pena que esse nem sempre é adotado.
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Redes sociais não são seguras o suficiente para soldados britânicos (Fonte GigaBlog Uol)
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Escrito por mlonlinegeneration
18 Fevereiro, 2009
Já falamos aqui que o exército americano criaria games para treinar soldados, quase como simuladores de situações reais a serem enfrentadas.
Agora foi a vez da Polícia Japonesa fazer uso dos consoles para uso real: o criador de avatares do Wii foi chamado para fazer o retrato falado de um homem acusado de fugir depois de um acidente de carro.
A ferramenta criadora de avatares foi concebida para que os jogadores criem personagens para representarem nos games, podendo personalizar o corpo, rosto, cabelos, olhos e roupa.
Assim, foi possível criar um retrato-avatar-falado do suspeito. Para conferir a imagem, clique aqui.
Depois dos soldados em treinamento pelo videogame e dessa de retrato falado, fico imaginando que os videogames têm potencial para se tornarem mais integrados ao dia-a-dia. Aliás, essa é uma proposta do próprio Wii Fit que busca se tornar quase um personal trainer de seus adeptos.
Acredito que vamos assistir ainda a outras utilizações dos videogames na vida offline.
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Polícia japonesa usa Nintendo Wii para fazer retrato falado (Fonte O Globo)
Games como ferramenta de treinamento para soldados (Fonte MLOG)
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Escrito por mlonlinegeneration