22 Outubro, 2008
Anarquia não quer dizer território sem-lei. A anarquia da rede é a meu ver um ponto positivo à medida em que não têm hierarquias e propicia liberdade de expressão às pessoas.
Como resolver os problemas decorrentes da rede? Com as leis disponíveis.
Engana-se quem acredita que a internet seja uma terra sem-lei. Caluniou, difamou, aplicou algum golpe? Punição nos mesmos moldes do mundo off-line.
Os brasileiros são seres gregários e que aderiram rapidamente às ferramentas da rede, porém, no entanto, ainda há uma exposição excessiva por parte das pessoas ou por vezes, uma certa ingenuidade sobre a privacidade.
A tecnologia não propicia o anonimato que muitos acreditam, não. Deixamos diversos rastros digitais, isso quando não nos expomos por vontade própria, como nos sites de relacionamento.
A educação e a conscientização sobre a exposição excessiva na rede é tarefa de todos: professores, pais, escolas, Governo.
Eu sempre bati muito nessa tecla: de que a internet nao é uma terra sem lei, de que não é preciso legislação especifica.
Fico satisfeito que alguns entendimentos estão se tornando bem aceitos na Justiça. Continuo a afirmar no entanto que ainda é preciso equipar mais a polícia, criar mais especialistas em crimes cibernéticos. Só assim deixará de existir a percepção errada de que o crime virtual compensa.
Veja mais na web
Crimes pela internet têm mais punição, indica estudo (Fonte Yahoo/Agestado)
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Escrito por mlonlinegeneration
12 Junho, 2008
A consultora da Cepal/UNESCO, Cosette Castro, acredita que o Brasil precise de uma nova lei de comunicação eletrônica que integre as plataformas digitais e o compartilhamento de redes.
Pela posição de destaque ocupada pelo Brasil no cenário das novas mídias, games e celulares, Cosette defende a criação de uma nova lei que contemple essa nova realidade. Cosette apresentou inúmeros dados para sustentar a sua posição no 52º Painel Telebrasil, que aconteceu entre os dias 4 e 7 de junho, na Bahia.
Minha postura, no entanto é bem mais voltada para a livre iniciativa e para a auto-regulamentação. Não acredito que tudo que seja novo requeira uma nova lei ou tanta interferência do estado. A maioria das situações na internet são resolvidas, no meu entender, com as leis existentes.
A leitura do texto publicado pelo site Meio e Mensagem, no entanto, destaca o o potencial que o Brasil tem nas chamadas TICs (tecnologias da informação e da comunicação): somos o 4º maior produtor mundial de games; a TV por assinatura chega a 39% de penetração no Chile e 36% no México, sendo que no Brasil é de pouco mais de 5%; e temos 125 milhões de celulares no país.
Vale então pensarmos se investimos tempo e dinheiro na criação de uma lei ou se nos dedicamos a explorar e a desenvolver o enorme potencial que temos em torno das novas tecnologias e do acesso da população brasileira a elas.
Veja mais na web
Unesco sugere lei de comunicação eletrônica (Fonte M&M Online)
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:: digg
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Escrito por mlonlinegeneration