28 outubro, 2009
As redes sociais online são a grande vedete da rede para a maioria dos internautas. Trata-se de relacionamento, contato, diálogo, aproximação.
Por essa exposição toda e pela facilidade de se entender o que se pensa sobre a organização, seus produtos, serviços e atendimento, as empresas vêem nas redes sociais uma oportunidade. Sites de relacionamento, de publicação de mensagens como o Twitter e os blogs são alguns exemplos.
Um artigo no site Computer World acredita que embora tais sistemas permitam o contato entre organizações e suas audiências, o problema está na tecnologia que impede que ações mais ousadas e estratégicas sejam feitas pelas marcas. Por outro lado, há a barreira do medo do contato com o consumidor final a ser vencida pelas próprias organizações.
Há quem acredite que as ferramentas interativas gratuitas possam ser usadas pelas organizações em um primeiro momento, mas que conforme evoluírem o conceito, a tendência é que migrem para redes sociais proprietárias ou para soluções mais avançadas e maduras, como o Yammer, aplicativo similar ao Twitter, mas direcionado para as organizações e seus públicos internos.
Não sei se partilho neste momento desta opinião de que as organizações mais maduras devam necessariamente oferecer iniciativas próprias de mídias sociais. Acredito que as organizações devam estar onde estão seus clientes. E se eles estão nas ferramentas gratuitas por que não tecer uma estratégia de mídias sociais?
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Redes sociais: um longo caminho até as empresas (Fonte Computer World)
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Mundo digital | Etiquetado: mídia social, redes sociais e empresas, redes sociais online |
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Escrito por mlonlinegeneration
9 outubro, 2009
A Nielsen divulgou um estudo afirmando que embora as redes sociais sirvam à comunicação pessoal, os mais engajados usuários passam mais tempo lendo e escrevendo e-mails do que aqueles que não as utilizam.
Há quem pensava que quem usasse mais fortemente as redes sociais minimizaria o uso dos e-mails. No entanto, esta afirmação não se comprovou.
A pesquisa da Nielsen foi feita em uma população online dividida em quatro grupos de acordo com o consumo de mídia social e o tempo de utilização de e-mail de cada um, pelo período de um ano, para depois compará-los com usuários que não o fazem.
Acredita-se que os heavy users das redes sociais recebam atualizações das redes sociais por e-mail o que faz com que tenham que olhar suas caixas de entrada. Além disso, os pesquisadores apostam que as conexões nas redes sociais online se estendam para o e-mail, telefone e por fim, aos encontros presenciais.
Não é de se espantar que os mais ativos usuários das redes sociais usem todas as ferramentas possíveis de comunicação, ainda que estas incluam o simples e-mail!
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Fãs de redes sociais são os que mais usam e-mail para se comunicar (Fonte Geek.com.br)
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Escrito por mlonlinegeneration
5 outubro, 2009
Li no Mundo do Marketing que a Nestlé está lançando seu canal de relacionamento digital – Nestlé com você todo dia – que é composto de um portal em que os consumidores podem receber conteúdos customizados diariamente. Assim, a empresa se mune de um banco de preferências de seus clientes antes que estes as coloquem na rede.
A idéia da empresa ao lançar a rede é se antecipar às preferências e hábitos dos consumidores e oferecer o que eles desejam. Além disso, queriam um contato com o consumidor diferente do tradicional/convencional. E os recursos de interatividade serviriam a essa proposta.
Ao se cadastrar na rede social, o internauta cria um avatar e responde às perguntas para que uma história em quadrinhos seja montada. Dessa forma, o perfil do participante congrega informações sobre saúde, nutrição e bem-estar.
Individualizando e personalizando o conteúdo, a empresa espera atingir três milhões de clientes que de alguma forma já entraram em contato com a marca por outras ferramentas.
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Nestlé lança plataforma de relacionamento digital inédita (Fonte Mundo do Marketing)
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Mundo digital, Redes Sociais, Tendências digitais | Etiquetado: consumidor global, nestlé, rede social da nestlé |
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Escrito por mlonlinegeneration
9 setembro, 2009
Depois do vídeo sobre a revolução das mídias sociais que comentamos aqui, falar da importância das redes sociais online é “chover no molhado”.
Porém, números sempre nos ajudam a provar o quanto do nosso país está envolvido com as mídias sociais online.
Estudo feito pela Universal McCann mostrou que o Brasil é o quarto país com maior adoção das redes sociais, ficando atrás de Rússia, Índia e China. Os BRIC, por coincidência, que são países em desenvolvimento, também são os mais presentes nas redes sociais online.
No Brasil, 69% dos internautas revelaram ter perfis em redes sociais. No ano de 2008, eram 74%, o que colocava o Brasil na primeira colocação, junto à Rússia.
O blog do Link comenta que um fato curioso é que dos quatro países que mais usam as redes sociais, nenhum deles tem grande presença em MySpace, Facebook ou Friendster, sites americanos de rede sociais. Outras redes é que são sucesso nestes países: Orkut (Brasil e Índia), Vkontakte (Rússia), Qq (China).
Dados como esses mostram que se um site se pretende realmente ser uma rede social global são os BRICs que tem que conquistar.
Outros dados interessantes que valem ser comentados: os quatro países que aparecem nas primeiras colocações têm penetração de internet muito baixa e as redes sociais são veículos de popularização da web em si. Nos outros países da lista, em cuja penetração de internet é alta, as redes sociais estão em franco desenvolvimento também, mas não são o principal atrativo para novos entrantes na web.
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Brasil é 4º país que mais usa redes sociais (Fonte Blog do Link)
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Mundo digital, Redes Sociais | Etiquetado: brasil e as redes sociais, bric, mídias sociais nos brics |
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Escrito por mlonlinegeneration
2 setembro, 2009
Vários blogs e sites* noticiaram que a Apple Brasil pretenderia lançar a sua loja virtual. Até aí, nada de mais. O fato é que a notícia vazou.
Aí, nos perguntamos: foi estratégia da marca para criar reboliço sobre uma suposta loja online ou realmente houve vazamento de informações nas redes sociais?
Dois internautas, Breno Mais e Eduardo Bradini, tiveram acesso aos termos e condições da loja e à compra na suposta loja. No entanto, as compras efetuadas não foram concluídas. Houve estorno no cartão de um e, no do outro, nem houve a cobrança.
A empresa, por sua vez, não confirma a abertura, ou melhor, a inauguração da loja online.
Na verdade não há nada de novo aqui, apenas a complementação do esforço da companhia no varejo nacional, como diz o artigo do IDGNow, escrito por Guilherme Felitti. O mais interessante é a estratégia em si que a Apple desenvolve desde sempre: controle absoluto dos canais de distribuição de seus produtos com integração vertical completa. Essa integração vai desde a produção de hardware e software integrados (e completamente fechados) e evoluiu para ambientes próprios de venda on e off-line. No início acreditava-se que essa estratégia era de nicho, mas com o sucesso da dupla iPod/iTunes (complementado pelo iPhone), não resta dúvida que a empresa vê muitas oportunidades no consumo de massa.
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Ainda em testes, loja virtual da Apple para brasileiros vaza na internet (Fonte IDGNow)
*MacMagazine – http://macmagazine.uol.com.br/2009/08/04/sistema-de-compra-da-apple-store-online-ja-funciona-no-brasil-sera-que-os-produtos-chegarao-d/.
*Adrenaline – http://www.adrenaline.com.br/tecnologia/noticias/2374/vem-ai-a-apple-store-brasil-ja-fizemos-uma-compra.html.
*Macnews – http://www.macnews.com.br/noticias/item/2009/08/apple-store-online-oficial-no-brasil.
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Comércio eletrônico | Etiquetado: apple no Brasil, apple store brasil, loja virtual da apple, vazamento |
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Escrito por mlonlinegeneration
24 agosto, 2009
Recentemente, o Youtube apresentou um acordo para a venda de propaganda com uma companhia especializada neste tipo de atividade, a FreeWheel. Os anunciantes poderiam veicular seus conteúdos no Youtube de forma publicitária.
Facebook, com 250 milhões de usuários no mundo, também comercializa alguns espaços publicitários, ainda que de forma incipiente.
Uma pesquisa feita pela Netpop Research com mil pessoas com mais de 15 anos de idade que participam de redes sociais no Brasil, apontou que 75% dos internautas brasileiros acessam o Orkut todo mês. Além disso, peças publicitárias sobre descontos ou cupons para lojas online são os que mais interessam aos usuários com 71%, enquanto 81% se cadastrariam em comunidades patrocinadas por empresas.
O estudo mostra a predisposição do usuário com o conteúdo publicitário, mas alerto, RELEVANTE ao target.
O que mais preocupa os investidores de redes sociais é: como transformar o poder de uma audiência gigantesca em retorno financeiro sem ser invasivo, spammer, não cobrar e ainda manter a confiança? Obviamente, as receitas publicitárias ajudam a equacionar o problema. O formato é que é a grande discussão.
A questão da monetização é sempre um problema para qualquer site, principalmente quando se torna muito grande. E geralmente um site se torna muito grande quando oferece um excelente serviço/produto…que é gratuito.
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Redes sociais se agigantam, mas enfrentam problemas com a publicidade (Fonte IDGNow)
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Mundo digital | Etiquetado: facebook, monetização, polêmica, publicidade nas redes sociais, serviços gratuitos, youtube |
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Escrito por mlonlinegeneration
21 agosto, 2009
Lendo o artigo do Marcelo Coutinho, no IDGNow, sobre o Facebook e a passagem de Zuckerberg pelo Brasil, cheguei a duas ideias sobre as redes sociais:
1) O uso das redes sociais como mídia para publicidade segmentada; e
2) A funcionalidade de marketplace integrada às redes sociais (algo que ainda está muito em aberto pois ninguém tem feito isto muito bem).
O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, esteve no Brasil, e destacou quatro itens importantes para o sucesso das redes sociais. Obviamente, os quatro tópicos tem implicações na maneira como estávamos acostumados a nos relacionar com os nossos clientes.
O primeiro diz que devemos criar serviços que empoderem as pessoas para criar, controlar e compartilhar informações. A segunda consideração é que as pessoas farão circular cada vez mais o conteúdo e estarão cada vez mais no controle do que é exposto. O terceiro ponto é a integração: transforme o seu negócio em um ecossistema.
Aqui faço um parênteses para comentar sobre dois negócios que tem ecossistemas girando em torno de si: o Twitter e o MercadoLivre. Acompanhamos diariamente uma nova ferramenta que analisa algum aspecto do microblog. No caso do MercadoLivre, no programa de afiliados MercadoSócios, por exemplo, temos diversos usuários que criam códigos que os permitem monetizarem as suas iniciativas web.
O último ponto mencionado por Zuckerberg diz respeito ao modelo de negócios de integração do comércio eletrônico com as redes sociais. E esse modelo permite oferecer relevância ao usuário. Neste caso, nada seria invasivo, mas de interesse para o consumidor final.
Tais pontos alteram completamente a forma como fazemos negócios hoje e como fazíamos há tempos atrás. A reputação e a identidade das organizações está cada vez mais terceirizada nas mãos dos usuários.
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O Facebook e as pamonhas de Piracicaba (Fonte IDGNow)
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Mundo digital, Redes Sociais | Etiquetado: ecossitema, facebook, mark zuckerberg, mercadosócios, mundo dos negócios, Redes Sociais |
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Escrito por mlonlinegeneration