31 Agosto, 2009
Está rolando na internet um vídeo bem interessante – em inglês – sobre a revolução causada pelas mídias sociais.
O vídeo apresenta dados concretos demonstrando a importância das mídias sociais para a comunicação de um modo geral, para as empresas (anunciantes), para as agências e para a sociedade, pois, sabemos que a internet modificou em muito a forma como vivemos, trabalhamos, compartilhamos fatos, vemos notícias e etc.
Dados como 96% da geração Y está nas redes sociais; um em cada oito casais que foram para o altar nos Estados Unidos, em 2008, se conheceram pelas redes sociais; se o Facebook fosse um país, seria o quarto maior do mundo; Ashton Kutcher e Ellen DeGeneres tem mais seguidores no twitter que a população da Irlanda, Noruega e Panamá; e assim por diante, estão reunidos neste vídeo.
São 37 fatos enumerados pelo blog Socialnomics do suíço Erik Qualman e que foram transformados em vídeo.
O objetivo é o de convencer os céticos de que a mídia social não é uma moda, mas sim uma mudança radical e irreversível.
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=sIFYPQjYhv8.
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Escrito por mlonlinegeneration
28 Agosto, 2009
Li no site BrandRepublic que a marca de roupas GAP está promovendo uma mídia social ‘Born to fit’ (algo como nascida para servir) para promover sua nova linha de jeans.
Ao invés de anúncios na TV, a GAP escolheu o Facebook como centro de sua campanha online e está fazendo uso de porta-vozes clientes que já usam a rede para falar de moda.
A campanha que conta com recursos offline usa cinema, impresso e outdoor para levar seus consumidores a uma página da marca no Facebook onde podem assistir a um vídeo de Rada Shadick, um executivo da marca que explica como foi desenvolvida a nova linha jeans.
Obviamente, não poderiam faltar ações participativas, portanto os consumidores que quiserem podem fazer upload de fotos que expressem o cerne da campanha “Born to…” (nascida/o para…) no site .
Para os celulares, a varejista também pensou em um aplicativo para iPhone que permite aos consumidores misturarem/combinarem trajes e interagir com amigos na página do Facebook.
O texto dá a entender que a motivação da empresa é usar recursos de forma mais efetiva – algo que a televisão não é capaz de entregar. Cada vez mais a mídia digital deixa de ser marginal e passa a ter mais peso nos orçamentos de marketing. Faz sentido, pois o nível de engajamento que a internet proporciona é muito maior que qualquer outra mídia.
Veja mais na web
Gap scraps TV ads for social media campaign (Fonte Brand Republic)
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Escrito por mlonlinegeneration
24 Agosto, 2009
Recentemente, o Youtube apresentou um acordo para a venda de propaganda com uma companhia especializada neste tipo de atividade, a FreeWheel. Os anunciantes poderiam veicular seus conteúdos no Youtube de forma publicitária.
Facebook, com 250 milhões de usuários no mundo, também comercializa alguns espaços publicitários, ainda que de forma incipiente.
Uma pesquisa feita pela Netpop Research com mil pessoas com mais de 15 anos de idade que participam de redes sociais no Brasil, apontou que 75% dos internautas brasileiros acessam o Orkut todo mês. Além disso, peças publicitárias sobre descontos ou cupons para lojas online são os que mais interessam aos usuários com 71%, enquanto 81% se cadastrariam em comunidades patrocinadas por empresas.
O estudo mostra a predisposição do usuário com o conteúdo publicitário, mas alerto, RELEVANTE ao target.
O que mais preocupa os investidores de redes sociais é: como transformar o poder de uma audiência gigantesca em retorno financeiro sem ser invasivo, spammer, não cobrar e ainda manter a confiança? Obviamente, as receitas publicitárias ajudam a equacionar o problema. O formato é que é a grande discussão.
A questão da monetização é sempre um problema para qualquer site, principalmente quando se torna muito grande. E geralmente um site se torna muito grande quando oferece um excelente serviço/produto…que é gratuito.
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Redes sociais se agigantam, mas enfrentam problemas com a publicidade (Fonte IDGNow)
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Escrito por mlonlinegeneration
21 Agosto, 2009
Lendo o artigo do Marcelo Coutinho, no IDGNow, sobre o Facebook e a passagem de Zuckerberg pelo Brasil, cheguei a duas ideias sobre as redes sociais:
1) O uso das redes sociais como mídia para publicidade segmentada; e
2) A funcionalidade de marketplace integrada às redes sociais (algo que ainda está muito em aberto pois ninguém tem feito isto muito bem).
O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, esteve no Brasil, e destacou quatro itens importantes para o sucesso das redes sociais. Obviamente, os quatro tópicos tem implicações na maneira como estávamos acostumados a nos relacionar com os nossos clientes.
O primeiro diz que devemos criar serviços que empoderem as pessoas para criar, controlar e compartilhar informações. A segunda consideração é que as pessoas farão circular cada vez mais o conteúdo e estarão cada vez mais no controle do que é exposto. O terceiro ponto é a integração: transforme o seu negócio em um ecossistema.
Aqui faço um parênteses para comentar sobre dois negócios que tem ecossistemas girando em torno de si: o Twitter e o MercadoLivre. Acompanhamos diariamente uma nova ferramenta que analisa algum aspecto do microblog. No caso do MercadoLivre, no programa de afiliados MercadoSócios, por exemplo, temos diversos usuários que criam códigos que os permitem monetizarem as suas iniciativas web.
O último ponto mencionado por Zuckerberg diz respeito ao modelo de negócios de integração do comércio eletrônico com as redes sociais. E esse modelo permite oferecer relevância ao usuário. Neste caso, nada seria invasivo, mas de interesse para o consumidor final.
Tais pontos alteram completamente a forma como fazemos negócios hoje e como fazíamos há tempos atrás. A reputação e a identidade das organizações está cada vez mais terceirizada nas mãos dos usuários.
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O Facebook e as pamonhas de Piracicaba (Fonte IDGNow)
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Escrito por mlonlinegeneration
19 Agosto, 2009
Li um post no blog do Seth Godin sobre as lições que podemos extrair dos pequenos negócios e acredito que sejam inspirações para os negócios.
Vou reproduzi-las aqui:
- Vá onde estão seus clientes. Como exemplo, ele cita um pequeno negócios de sucos que se posiciona estrategicamente ao lado de um trailer de almoço orgânico. Sinergicamente, ambos se beneficiam da parceria.
2. Seja micro-focado e o mecanismo de busca te encontrará. Seja específico, gere conteúdo segmentado e encontre o seu nicho. É a lógica da cauda longa, que já discutimos aqui antes.
3. Dure mais que seus concorrentes. Neste tópico, ele cita uma rua em Los Angeles que tinha 10 locais para se comer e com o tempo, duraram uns seis ou sete e estes, por terem sobrevivido, se deram bem e aumentaram a participação.
4. Alavanque ideias, preço e força de mercado se não puder ganhar escala. Faça do seu negócio algo de valor. E aí, voltamos para a questão da cauda longa novamente. Especialize-se. Atenda um nicho específico.
5. Responda. E esta, aponta Godin, é a maior vantagem sobre os grandes empreendedores. Os donos podem ligar diretamente para seus clientes, responder seus e-mails e, consequentemente, aos seus anseios também.
Além das cinco dicas, o post me fez pensar nos milhares de pequenos empreendedores que vendem pela plataforma do MercadoLivre. Sem querer fazer jabá, as recomendações dele têm tudo a ver com o ambiente do MELI. J
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Lessons for very tiny businesses (Fonte Seth Godin Blog)
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17 Agosto, 2009
Dados divulgados pela e-bit apontam que pedidos de eletrodomésticos subiram de 217 mil, em março, para 236 mil, em junho, sendo o segmento que mais vendeu online no período, com 13% do volume total transacionado no comércio eletrônico brasileiro. No MercadoLivre, por exemplo, a categoria de eletrodomésticos cresceu mais de 18% no período de março a junho, mostrando que o segmento realmente se vê impulsionado com incentivos.
O motivo deste crescimento é a redução do IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, que ocasionou perdas de até 20% nos preços de alguns eletrodomésticos.
Outra categoria que ganhou posições no período de março a junho foi a de Eletrônicos. Livros e Assinaturas de Revistas se mantem na primeira posição.
A equação é simples: basta que o Governo baixe impostos que as vendas aumentam. Com modelos matemáticos bem feitos, é possível calcular quanto as vendas aumentam para compensar o quanto “se abre mão” com o imposto em um primeiro momento.
Outro ponto que vale destacar é que a rede se torna cada vez mais uma opção de vendas para as organizações e uma opção cômoda para os usuários, por isso, o aumento dos índices.
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Vendas de eletrodomésticos na internet crescem 9% de março a junho (Fonte IDGNow)
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Comércio eletrônico | Etiquetado: Comércio eletrônico, crescimento das vendas pela web, eletrodomésticos, venda online |
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Escrito por mlonlinegeneration
14 Agosto, 2009
Essa foi a conclusão da Altimer Group e da agência Wetpaint. O estudo relaciona o investimento em mídias sociais à melhora dos resultados e receitas das empresas.
As companhias com maior engajamento social tiveram resultados financeiros positivos. Ficou evidenciado que investimentos em mídias sociais ajudaram empresas a crescer, em média, 18% nos últimos 12 meses. As companhias menos engajadas com as mídias sociais tiveram uma diminuição de 6%, em média, no mesmo período.
As empresas mais bem sucedidas são aquelas consideradas também como referência nas redes sociais online: Starbucks, Dell, eBay, Google e Microsoft. E são também aquelas que mantem, pelo menos, uma equipe dedicada às mídias sociais.
A pesquisa levou em consideração a atuação das organizações em blogs, Facebook, Twitter, wiki e fóruns.
Apesar de não termos acesso completo aos resultados da pesquisa, acredito que a conclusão chegada seja uma tendência.
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Estudo: investir em mídia social amplia receita de empresas (Fonte Terra)
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Mundo digital, Redes Sociais | Etiquetado: aumento de receita, companhias engajadas, engajamento, mídias sociais |
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12 Agosto, 2009
Por meio do programa YuuGuu é possível. E o melhor: o sistema é gratuito e pode ser obtido no link www.yuuguu.com. Funciona meio como webcast, meio como comunicador instantâneo.
Para iniciar uma reunião, é preciso que o programa seja instalado na máquina e que os contatos sejam adicionados. A partir daí, é possível que os contatos acompanhem remotamente a tela em que se está trabalhando, além de trocar mensagens de texto.
É uma oportunidade para quem precisa compartilhar telas de computador e não estão presencialmente juntos. Serve para trabalhos remotos ou que exigem colaboração.
Mais um sistema que colabora com o home office, com empresas com funcionários em diversas praças, entre outras utilizações.
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Mundo digital, Tendências digitais | Etiquetado: reunião online, yuuguu |
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Escrito por mlonlinegeneration
10 Agosto, 2009
Antes de comprar, 60% dos brasileiros acessam o site da loja e 58% consideram opiniões de internautas na web (ante a 48% desde dezembro de 2008). É o que aponta a pesquisa F/Radar, feita pela F/Nazca com apoio do Datafolha.
Os números acima nos mostram não só a importância de um bom site institucional, como também a necessidade e a relevância de termos uma boa imagem junto aos internautas e e-consumidores a fim de que a nossa reputação – terceirizada – tenha impacto positivo.
Vale ressaltar que é exatamente essa a lógica dos sites de comércio eletrônico, como o MercadoLivre, os consumidores travam negociações entre si, emitem opiniões, recomendam ou não vendedores, falam sobre produtos, se expressam, sem a interferência das marcas ou da imprensa, por exemplo.
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Antes de comprar em loja física, 15% dos brasileiros consultam a web (Fonte IDGNow)
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