Mais um concorrente para o Twitter

29 Maio, 2009

Dos microblogs mais famosos, com certeza o Twitter é o player de maior destaque. Também figuram neste cenário o Pownce, Jaiku, Plurk. Agora, o Yahoo lança, apenas para os convidados, o Yahoo! Meme.

A palavra meme é entendida como um conteúdo que é altamente reproduzido e, na internet, ele ganha em potencialidade de viralização.

O acesso ao serviço ainda se dá por convites, o que o deixa extremamente restrito. Para quem quiser ver uma amostra, acesse: http://meme.yahoo.com/wupsbr/.

A novidade é que o sistema de postagem permite não só envio de texto, como também foto, vídeo e música.

O Yahoo afirma que o posicionamento da empresa em relação ao serviço não é de competição direta com o Twitter, porém, não há como escapar da comparação, já que os propósitos são os mesmos.

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Yahoo! Meme :: O mais novo serviço do Yahoo! para enfrentar o twitter? (Fonte: Blog David Ruiz 2.0)

Tudo sobre twitter no MLOG: http://mlonlinegeneration.wordpress.com/?s=twitter.


A mídia é gratuita, mas a atenção, não!

27 Maio, 2009

Seth Godin em seu blog denuncia: finalmente, os publicitários estão descobrindo que o Youtube + a imaginação resultam em algo denominado mídia grátis ou mídia espontânea (viral).

É numa frase sábia e que resume toda a lógica dos tempos modernos, ele afirma: a mídia é gratuita, mas a atenção não. Os comunicadores tem que pensar que são modelos/formatos diferentes para cada tipo de audiência.

Ser criativo e investir em pequenas ações de mídia online, como compra de termos, vídeos dos mais diversos formatos, relevância são palavras de ordem para se tornar viral.

O mundo de internet é o inverso do mundo da TV. Na TV, a mídia é cara, mas a atenção é “quase” de graça (talvez o melhor exemplo disso seja o BBB da Globo). Na internet, a mídia é “quase” de graça, mas a atenção está a um clique de distância. Além disso, as regras da TV são subvertidas de outras formas, como no exemplo do comercial de internet que deixa de estar debaixo do controle de quem o produziu. Só uma regra é que não deixa de valer, seja qual for a mídia: o que for bem feito, terá repercussão.

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Making commercials for the web (Fonte Blog Seth Godin)


Perda de memória

25 Maio, 2009

Lendo o blog A Quinta Onda, do Mauro Segura, ele comenta sobre a vulnerabilidade das organizações em termos de memória institucional em cenários de crise e recessão. E ele apóia a argumentação no estudo “The New Economic Environment”, publicado em dezembro de 2008.

Por memória institucional, Segura entende que seja “todo conhecimento gerado pela empresa, ou seja, inclui o que está registrado na documentação formal existente dentro da companhia, mas também considera aquele conhecimento que aparece nas inúmeras interações diárias que os funcionários têm em seu dia a dia, quase sempre de maneira informal e repletas de cultura corporativa”.

Em períodos de recessão, as organizações enfrentam períodos de turbulência uma vez que nos programas de demissão voluntária, quem vai embora são, via de regra, os mais velhos (leia-se aí a memória de boa parte da empresa); nos programas de corte, as redes sociais informais são interrompidas e mais uma vez, lá se vai a memória; em momentos ruins, as relações internas se fragilizam e há impacto negativo entre funcionários, o que também prejudica a questão do compartilhamento de conhecimento.

E como forma de minimizar tais impactos negativos na memória institucional, Segura sugere a gravação de podcasts, de vídeos pela internet, desenvolvimento de blogs, wikis e redes sociais; a criação de comunidades em torno de temas importantes; job rotations, mentorings, entre outros.

Nos novos tempos com tanto acesso a meios de colaboração e com espaço para armazenamento cada vez mais barato, as organizações deveriam estar mais bem equipadas para não perder memória institucional.

 

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As empresas perdem memória institucional nas crises (Fonte A Quinta Onda)


Blog de presidente

22 Maio, 2009

Fico contente que o blog sirva como instrumento de comunicação interna.

A última adesão ao mundo dos blogs foi do presidente da TAM, David Barioni, que decidiu escolher esse meio para se comunicar com os 24 mil funcionários da companhia.

Os temas abordados dizem respeito ao cotidiano de Barioni e à sua agenda. Em uma semana, houve 250 comentários. Ainda é cedo para definir o instrumento como meio de comunicação com diversos públicos, afirma o presidente.

Para conhecer outros blogs corporativos, recomendo HTTP://blogcorporativo.net.

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Presidente da TAM cria blog para se comunicar com funcionários (Fonte Idéia 2.0)


Será a via judicial a melhor forma de relacionamento?

20 Maio, 2009

Na minha opinião, a resposta é não.

E explico porquê. A montadora VW notificou há dias atrás um blogueiro que publicou uma versão da Brasília nos dias de hoje. Após arrependimento, a montadora optou em não levar adiante a causa.

A montadora havia entendido que Du Oliveira havia usado indevidamente a imagem dos veículos da marca Volks.

A assessoria de imprensa da marca alegou que o departamento jurídico possui um “radar” que detecta usos indevidos da imagem na internet e que após detectar que a utilização não era de má fé, retirou o processo.

Se todas as marcas caminharem para a via judicial, a nossa Justiça não terá paz, nem sossego. Por outro lado, uma questão que vem à tona em tempos de reestilizações na web, são os direitos autorais.

Lawrence Lessig trata bem da questão: http://www.lessig.org/blog/.

Porém, uma coisa é certa: a web faz com que as marcas percam controle de suas fronteiras.

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Jurídico da Volkswagen assusta blogueiro entusiasta de carros (Fonte IDGNow)


Limites para a geração Y

18 Maio, 2009

Os profissionais recém-chegados ao mercado de trabalho vem encontrando dificuldades em lidar com as proibições de acesso no ambiente corporativo.

A geração Y, como são chamados, é acostumada a redes sociais, celulares e comunicadores instantâneos e acredita que a personalização da comunicação que eles tem na vida pessoal deveria ser estendida ao ambiente corporativo.

Uma pesquisa da Accenture, publicada no IDGNow, verificou que mais de 60% desses jovens não têm conhecimento das políticas de suas companhias em relação à tecnologia da informação ou não têm incentivos para seguir essas regras.

Mesmo de forma proibida, os jovens fazem uso das tecnologias que não são fornecidas ou autorizadas pelo empregador, como celulares (39%), mensagens instantâneas (27%) e redes sociais (28%).

O grande problema é a vulnerabilidade que isso gera para as empresas. Um treinamento pode ser imediatamente postado em uma comunidade ou blog minutos após ter sido finalizado pela empresa.

Fora tais exposições, outro problema é a velocidade com que as organizações absorvem tecnologias, que é bem diferente ao acesso que estes jovens tem na vida privada.

Alguns acreditam que essa vala entre a expectativa do jovem profissional e aquilo que a empresa pode oferecer é a causa de desmotivação de muitos deles.

Educação, treinamentos, divulgação ampla e clara da política de uso de tais ferramentais parecem ser soluções para minimizar o problema.

Trazer o melhor das redes sociais para dentro da empresa também pode ser uma boa opção.

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Jovens têm dificuldades com as restrições de redes corporativas (Fonte IDGNow)


Telhado de vidro

15 Maio, 2009

Que a internet é um meio de expressão de gregos e troianos, isso já sabemos. O grande desafio, agora, é lidar com as manifestações geradas pelo consumidor que se tornam populares na web e prejudicam a reputação das organizações.

Monitoramento, acompanhamento, relacionamento com formadores de opinião online tem sido atos recorrentes de algumas das maiores companhias de mundo a fim de aferir a percepção que as pessoas tem a respeito de suas marcas, produtos, serviços e ideias.

Uma matéria no site Ideia 2.0 elegeu os cinco virais que mais prejudicaram as empresas nos últimos tempos.

O primeiro diz respeito a um caso da rede Domino´s em que funcionários se vingavam de clientes com cenas nada fidelizadoras.

O vídeo acarretou em uma reação do presidente da empresa que se desculpou publicamente no YouTube.

Os demais casos são todas experiências que os usuários tiveram com as empresas e que acabaram por dispará-las na rede, fazendo com que a credibilidade das organizações fosse posta em xeque.

O fato é: como lidar com isso? Pois, qualquer empresa está sujeita às intempéries de um funcionário ou um cliente descontente. Acredito que traçar diagnóstico da marca e acompanhar o buzz online sejam os primeiros passos. Um bom plano de gestão de crises também ajuda bastante.

Atualmente, todos temos telhados de vidro, não é mesmo?

 

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Conheça os 5 virais que mais prejudicaram a reputação de empresas (Fonte Ideia 2.0)

Mau uso das redes sociais (Fonte MLOG)

Pilares da participação organizacional nas redes sociais (Fonte MLOG)


Tecnologia para melhorar a vida dos deficientes físicos

13 Maio, 2009

Um pesquisador norte-americano inventou uma interface cérebro-Twitter que permite que os posts sejam feitos usando o pensamento.

A ideia pode parecer estranha a primeira vista, mas a meu ver é uma oportunidade para os deficientes físicos para se comunicarem. Pessoas imobilizadas com plena capacidade intelectual podem se comunicar de forma efetiva com o mundo e isso sem dúvida melhora a qualidade de vida.

O mecanismo funciona com eletrodos instalados em capacetes que detectam sinais elétricos do cérebro e os transformam em ações físicas.

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Interface cérebro-Twitter permite twitar usando o pensamento (Fonte: Gostei Abril)

Um post no Twitter para cada chute do bebê (Fonte MLOG)


Empresas tem obrigação de estar nas redes sociais?

11 Maio, 2009

Esse é o ponto de vista de Emerson Calegaretti, vice-presidente e general manager do MySpace No Brasil.

Ele afirma isso, pois o brasileiro é gregário e faz uso pesado das redes sociais em seu dia a dia. As marcas são amplamente discutidas nestes ambientes. Segundo Calegaretti, 45% das páginas vistas por internautas brasileiros tem a ver com alguma ferramenta social.

No Brasil, para se ter idéia, o MySpace, rede social presidida por ele, ocupa a sétima posição entre os 31 países onde a companhia atua.

Calegaretti aponta seis mandamentos para as redes sociais:

1. Saber qual é sua reputação na web

2. Fazer planos diferentes, pois cada rede é distinta

3. Ouvir e não apenas falar

4. Engajar pessoas

5- Medir resultados

6- Permanecer de maneira contínua

 

Concordo com todos, em gênero, número e grau. Mas, principalmente, em um ponto: não acredito que todas as organizações tenham que fazer planos de ação para participar das redes. Existem casos que o simples monitoramento do boca-a-boca já basta.

 

Separei, também, alguns posts que havia escrito há algum tempo sobre o tema:

Pilares da participação organizacional nas redes sociais online

Os desafios das marcas

Afinal, o que é mídia social

 

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Mídia social: os mandamentos (Fonte Baguete)


Marcas já se valem da opinião dos internautas

8 Maio, 2009

A montadora Ford escolheu 100 usuários com diferentes perfis para apresentarem suas experiências com o novo Fiesta. Os internautas terão, durante um período, o novo carro para dirigir, testar e documentar suas impressões em blogs, vídeos no YouTube e em outras mídias sociais.

Quanto aos perfis dos escolhidos, vai desde o jovem recém-habilitado, a cineastas, amantes de games e mães solteiras.

A escolha da marca por este público se justifica, pois, muitas vezes esse patamar mais jovem não é atingido pela mídia tradicional e tem mais conexão com tecnologia e com internet.

Os 100 escolhidos participaram de um processo de seleção que consistia em enviar vídeos para a agência responsável pelo projeto e os mais engajados com as mídias sociais foram os selecionados.

O site da Info acredita que a iniciativa pode ser um tiro no pé e a marca pode acabar prejudicada, caso as opiniões sejam negativas ou caso a campanha seja alvo de protestos.

Apesar do risco que a nota menciona, creio que haverá boa fé dos internautas, e se houver alguma predisposição, ela será favorável à empresa – o que não deixa de ser uma estratégia inteligente em si.

Além disso, vale ressaltar que independente da Ford lançar mão deste tipo de idéia ou não, os usuários comentariam seus feitos na web da mesma forma. Então que seja estimulada pela marca.

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Internautas testarão novo carro da Ford (Fonte Info Online)