Reputação é tudo, sobretudo a sua!

30 Janeiro, 2009

Estamos há tempos falando da importância de gerenciar a reputação de marcas, produtos e serviços e dos estragos que isso pode causar às imagens das empresas.

No entanto, a reputação pessoal por vezes te garante uma vaga de emprego ou te tira dela…

Uma dica dada pelo Uol Tecnologia é criar um e-mail especificamente para cadastros em sites aleatórios na internet. Dessa forma, o e-mail pessoal fica preservada e teoricamente livre de prejuízos de imagem. Outro conselho é não colocar todos os dados pessoais na internet, tais como telefone e endereço.

Fora isso, nos dias de hoje, as pessoas buscam por nomes próprios nos motores de busca com o objetivo de saber o quanto são populares diante dos resultados apresentados.

Manter uma imagem adequada na internet pode significar estar bem diante de uma posição de trabalho. A notícia do Uol Tecnologia apontava que 25% da área de recursos humanos das empresas do mundo vão até a Internet para pesquisar informações sobre os candidatos. Ou seja, quaisquer reclamações ou deslizes que relacionem o seu nome à determinada área, pode derrubar as suas possibilidades.

Criar termos para receber em alertas, assinar RSS de determinados sites, estar atento aos conteúdos dos sites de relacionamento ajudam a manter uma boa reputação, pois obrigam o usuário a gerenciá-la.

Para saber como combater “delitos online” em sua reputação, recomendo um post que fiz no passado: http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2007/04/04/as-ferramentas-de-busca-sao-um-problema-para-voce/.

 

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Descubra o que falam de você na Internet (Fonte Uol Tecnologia)

As ferramentas de busca são um problema para você (Fonte MLOG)


Monte sua linha do tempo online

28 Janeiro, 2009

A iniciativa é interessante. Resta-nos saber se ela vai vingar.

A proposta do Wiseline é gerar uma rede social em que os usuários criam e compartilham entre si a linha do tempo da sua vida de forma organizada e atual.

Cada usuário monta a sua linha do tempo com os acontecimentos da sua vida, divididos em categorias. Obviamente, é possível inserir vídeos e imagens ao longo dela.

Um ponto bacana é que se pode compartilhar essa linha com outras redes sociais como Facebook e Orkut.

O que me intriga é que com a escassez de tempo nos dias de hoje e com a quantidade de redes sociais em que participamos, se conseguiremos manter a tal linha atualizada.

Talvez os mais jovens que são mais afeitos a isso, aproveitem mais.

 

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Wiseline – monte sua linha online (Fonte: Superlegais)


As celebridades e a mídia social

26 Janeiro, 2009

Depois de ler que a cantora Britney Spears quer contratar assessor para cuidar de seu Facebook, cheguei à conclusão de que nem só as empresas precisam de especialistas em redes sociais online para gerenciamento de imagens. Celebridades, artistas e personalidades políticas e do esporte também podem fazer bom uso da mídia social a seu favor.

Seja para monitorar a imagem ou para realizar ações proativas, a entrada neste mundo online exige cada vez mais profissionalismo e planejamento.

O anúncio que Spears fez, por meio de sua assessoria de imprensa, informa que quer alguém que gerencie as contas da cantora no Yahoo!, Facebook, Twitter, YouTube e Myspace.

A cantora não quer ninguém menos do que alunos de Harvard para a tarefa. A função deste “guru de mídia social” passa pelo gerenciamento da imagem virtual da cantora.

O perfil do “guru”: alguém “viciado em redes sociais como MySpace e Facebook, tecnologia e blogs de mídias sociais, e que brinque com Twitter”.

Faz todo sentido o que ela busca e pode ser uma tendência para celebridades. Pensando bem, se empresas precisam dedicar profissionais para cuidar de suas marcas na mídia social, porque celebridades não precisariam?

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Cantora quer assessor para vigiar Facebook (Fonte Info Online)

 


Sem papel e ainda sim com poluição ambiental

23 Janeiro, 2009

Um curioso texto no site Lanotadigital.com divulgou um estudo recente de Harvard e que afirma que cada busca no Google gera cerca de sete gramas de dióxido de carbono.

A pesquisa de Alex Wissner, físico de Harvard, estimou que a navegação por sites básicos cria 0.02 gramas de CO2 a cada segundo, enquanto os que contem vídeos e informações mais complexas poderiam gerar até 0.2 gramas por segundo. E o Google seria apenas mais um exemplo deste último.

As preocupações em torno do aquecimento global aumentam a cada dia e pouco se conhece sobre o uso e os impactos da internet neste assunto.

A matéria no site ainda critica a empresa pelos altos níveis de CO2 emitidos em função de seus servidores do buscador e consumo de energia.

O Google respondeu às ofensas por meio de seu blog, justificando que usa data centers modernos e eficientes que usam minimamente a energia e comparam as suas emissões com as de veículos por quilômetro percorrido.

Bem, não custa ficarmos atentos aos danos e soluções para o nosso meio ambiente, não é mesmo?

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Buscar en Google también contamina (Fonte La Nota Digital)

 


Conflitos inerentes às redes sociais online

21 Janeiro, 2009

Comunidades como “Minha mãe tá no Orkut” e bate-papos entre pais e filhos são cada vez mais comuns e assim o serão.

Os mais velhos estão se familiarizando com a tecnologia e as redes sociais, por sua facilidade de entrada e intuitividade, são porta de entrada para os pais em terrenos que muitas vezes tiveram início com os filhos.

A maior reclamação dos adolescentes é que os pais estão entrando um espaço que em tese era privativo de sua geração, bisbilhotando, acompanhando e controlando.

Uma das táticas dos filhos incomodados tem sido apagar mensagens e depoimentos e restringir imagens e vídeos aos amigos, apenas.

Minha visão é que esses conflitos- de gerações – são inerentes à vida em sociedade e também por isso às redes sociais. Quem quer se expor deve saber que está ali para quem quer que seja, desejados e indesejados. Não dá para querer ter “privacidade em grupo” – um bom oximoro.

Alternativas e criatividade, no entanto, são o que mais os filhos usam para driblar os pais.

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Jovens não querem os pais em redes sociais (Fonte Info Online)


E a mídia social ganha cada vez mais terreno

19 Janeiro, 2009

Um estudo do Grupo Bivings que eu li no blog Nanomídia destacou que 58% dos jornais norte-americanos que utilizam a internet apresentaram algum tipo de conteúdo produzido pela mídia social em 2008, o que representa um aumento de 24% em relação a 2007.

Outros resultados da pesquisa apontam uma maior abertura das características das mídias sociais nos jornais, como o aumento de 33 para 75% dos espaços para comentários das pessoas nos periódicos; e a maior gratuidade do acesso a conteúdos (apenas 11% ainda solicitam cadastro completo para visualização de matérias).

O estudo também registrou que poucos jornais – cerca de 10% – criam comunidades em torno de si com ferramentas mais geradoras de grupos com perfis afins.

Em minha opinião, a abertura dos jornais à mídia social e à web 2.0, em geral, representa mais participação do usuário e conseqüentemente, mais fidelidade ao jornal e ao seu conteúdo. Menos espaços “fechados” representam mais leitores. E mais leitores, significam aumento de audiência, o que pode também atrair anunciantes para as versões online.

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Quase 60% dos jornais utilizam características da mídia social em seus sites (Fonte Blog CharlesC)

Afinal, o que é mídia social? (Fonte MLOG) 


Morte anunciada

16 Janeiro, 2009

A indústria fonográfica vem se modificando muito em função do comportamento de seus consumidores que aprenderam a baixar músicas por conta própria e passaram a gravar os seus próprios álbuns e preferências em tocadores de MP3, computadores, celulares, entre outros dispositivos.

O resultado disso é um fatal alerta feito pela consultoria Gartner: 2008 foi o último Natal dos CDs.

Como já era de se esperar a distribuição musical migra cada vez mais para a internet e a indústria, se inteligente e acompanhar o movimento, vai aproveitar para alcançar as suas metas de receita com oportunidades online.

Dados do Gartner apontaram que em 2007, a distribuição online respondeu por 23% da receita da indústria musical dos EUA e por 15% do mundo, ao passo que as vendas de CDs continuaram a cair (77% em 2007 somente nos Estados Unidos).

E quanto mais cresce a banda larga, mais diminuem os espaços dedicados às mídias físicas nas prateleiras das lojas. Isso porque cada vez mais as pessoas descobrem formas de baixar música e “desovar” espaços antes reservados às pilhas e pilhas de CDs.

O Gartner ainda acredita que os CDs não vão desaparecer totalmente, porque podem ser usados como mais uma ferramenta promocional, por exemplo.

No entanto, ainda acho precipitado decretar que este seja o último natal dos tão outrora disputados CDs. Mais uma vez, quem viver, verá.

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Natal de 2008 é o último para a venda de CDs, afirma o Gartner (Fonte IDGNow)

Outros posts sobre a indústria fonográfica (Fonte MLOG)


Crescimento da mobilidade em 2009

14 Janeiro, 2009

E o aumento nas vendas de notebooks só vem a confirmar essa que foi uma de minhas previsões para o comércio eletrônico em 2009.

Segundo notícia do Plantão Info/Reuters, as vendas de notebook no mundo superaram, pela primeira vez, a de desktops no terceiro tri de 2008. O fato é um divisor de águas para a indústria de computadores, dizem os analistas de mercado.

Durante o terceiro trimestre de 2008, foram comercializados 38,6 milhões de notebooks, o que representa um aumento de 40% em comparação ao registrado no mesmo período de 2007. A quantidade de desktops vendidos no mesmo período foi de 38,5 milhões, 1,3% menos em relação ao mesmo trimestre em 2007. Vale apenas ressaltar que no geral, as vendas de computadores aumentaram 15,4% e somaram 79 milhões de unidades.

Outro fato que gostaria de destacar é que os netbooks (mininotebooks) devem ter ajudado, mas a vantagem da mobilidade também (ainda mais agora com acesso com modems Wi-Fi se difundindo rapidamente).

Espera-se, segundo analistas do setor, um aumento de 4,3% na indústria de computadores.

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Vendas de notebooks ultrapassam as de PCs (Plantão Info/Reuters)

E-commerce em 2009 (IDGNow) 


Um post no twitter para cada chute do bebê

12 Janeiro, 2009

As derivações que as pessoas criam em torno do twitter surpreendem a cada dia. Um desenvolvedor criou um dispositivo que permite que bebês “façam posts” no Twitter antes de nascer. O mecanismo funciona quando a futura mãe põe uma cinta com sensores na região da barriga que automaticamente registram os chutes dados pela criança e postam no Twitter.

A justificativa para tal criação é que Menscher, o desenvolvedor, queria estar mais próximo do desenvolvimento de seu bebê mesmo quando estivesse longe de sua esposa.

Apesar de bizarro, a iniciativa é engraçada e corrobora o que eu disse no post anterior quando comentava sobre o TwitBlog: as aplicações da tecnologia ultrapassam sempre o propósito para o qual foram desenhadas quando dão de encontro com a criatividade humana. Se os que ainda não nasceram já estão postando, não me surpreenderia se os que já se foram…

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Sistema para grávidas faz post no Twitter quando bebê chuta (Fonte iParaíba)


Corrompendo conceitos

9 Janeiro, 2009

Li um post no blog Coluna Extra, do Alexandre Gonçalves, e resolvi comentá-lo aqui.

Neste texto, Alexandre comenta sobre o uso do Twitter para cobertura jornalística (como em eventos e acontecimentos – Olimpíadas, enchente em SC, por exemplo), em que concordo e acompanho via MercadoLivre (www.twitter.com/mercadolivre).

E para auxiliar nessa tarefa de “twittar”, diversos sites afins e complementares ao Twitter surgiram. Um deles é o www.twitblogs.com, em que o usuário normalmente usa o mesmo login e senha do site original e entra direto na área de postagem. Ocorre que neste site, o usuário se depara com dois campos: um para escrever um título de até 120 caracteres e outro para o corpo texto, sem limites. O que vai ao ar no Twitter é o título de até 120 caracteres além dos comentários que são publicados em posts no TwitBlogs que viram respostas no Twitter. Resultado: super movimentação se o texto cair no gosto dos internautas e twitteiros de plantão.

Um ponto alertado pelo Alexandre e que o ajudaria em coberturas jornalísticas é que normalmente num evento, ele teria que usar o twitter para chamar a atenção, mas colocar os textos mais densos em um blog. Esse serviço facilitaria tudo.

Algo a se destacar é como as tecnologias evoluem a despeito da função para qual foram criadas originalmente. O Twitter é um excelente exemplo disso: seu propósito original era simplesmente dizer a um grupo de pessoas o que você estava fazendo naquele momento. Tudo resolvido em 140 caracteres. O TwitBlogs “corrompe” esse conceito ainda mais, ampliando-o, mas e daí?

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Quando o Twitter vai além dos 140 caracteres (Fonte Blog Coluna Extra)

Empresas recorrem à web para se relacionar com seus públicos (Fonte MLOG)