O Google resolveu entrar na já acirrada disputa pela preferência dos internautas quando o assunto é navegador. Entre Internet Explorer (IE) e Firefox, a briga já é boa. Agora, os internautas ganham o Chrome, o navegador do Google, que dentre outras coisas, promete integração com a gama de serviços que a empresa já oferece.
Apesar dos pesares, o IE detém 73% do mercado e tem uma parcela fiel de seguidores, principalmente no segmento corporativo, em que a Microsoft praticamente não tem concorrência. As iniciativas do Google nesse segmento são extremamente modestas e não causaram nenhuma mudança até aqui. Muitos dizem que o Chrome será um novo sistema operacional para uma web cada vez mais ubíqua. Isso porque o acesso das pessoas à web está cada vez mais móvel e a necessidade de centralizar tudo em um ambiente pode ser vantagem competitiva para o Google.
“Tiro o chapéu” para a influência que a empresa exerce na mídia e no mundo. Porém, achei a forma de divulgação do novo browser através de um storyboard desnecessariamente técnico um tanto maçante e longo. A primeira função, no entanto, foi cumprida – falar de mais um produto do Google.
Porém, é impossível não se questionar sobre a nova funcionalidade: será que esse produto de fato contribuirá para gerar receita? Ou é apenas uma forma de atacar a Microsoft em um território em que ela é a líder disparada?
Quem viver, verá.
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Na internet só se fala de outra coisa: Chrome, Chrome, Chrome, o browser do Google (Fonte Portal Exame)