Redes sociais ensinam até idiomas

29 Setembro, 2008

Essa éa proposta do LiveMocha, um site de relacionamento online, cuja objetivo é ensinar idiomas aos seus membros de forma social e colaborativa pela rede.

A comunidade interativa Livemocha traz lições, ferramentas de bate-papo e algo de motivação para manter os participantes envolvidos durante o aprendizado das línguas. Combina lições auto-didáticas, ferramentas de motivação e uma comunidade para ajudar o estudante a aprender o idioma de sua escolha.

A idéia é permitir aos usuários confiança, compreensão e habilidades de conversação. Por enquanto, o site é gratuito, mas a idéia é que se torne pago no futuro.

Os professores estão disponíveis de forma online e podem ajudar com as lições e suporte individual.

Porém, a riqueza do site e o que o diferencia de um projeto simples de educação à distância são as interações entre os estudantes e a troca de informações por meio de comunidades, blogs, salas de bate-papo e afins.

Como sempre dizemos aqui, tudo o que pode ser  transformado em bits e bites e, realmente, tende a facilitar a vida das pessoas, economizar tempo e cumprir com a função de socialização online, o será!


Armazenamento social

26 Setembro, 2008

A expressão  “Cloud computing” vem se popularizando nos últimos tempos. Uma das áreas que ganhou com esse conceito de ubiqüidade e computação remota foi a de armazenamento online. Sobretudo se pensarmos a questão do back up de dados.

Os HDs externos, os pen drives, os CDs, disquetes e afins ganham um poderoso aliado:  o armazenamento online que dispensa todos esses aparatos.

Um dos serviços de armazenamento online que me chamou a atenção foi Wuala. Um artigo do Economist diferencia o Wuala pelo fato de que a maioria das empresas que presta esse serviço se utiliza de servidores centralizados. O problema da nuvem é justamente quando os servidores caem.  A beleza do serviço Wuala da empresa Caleido está em conseguir mais confiabilidade usando o que eles chamam de “social online storage” ou armazenamento online social (por falta de um termo melhor, como já havia dito Roberto Cassano, que acredita que o termo social remete a causas humanitárias e sociais).

O desafio do Wuala é minimizar o número de cópias do mesmo arquivo que ocupam banda e espaço nos computadores. A solução dos idealizadores então é quebrar os arquivos em “pedaços” que podem ser distribuídos nos computadores participantes e que depois são reconstruídos para acesso.

Detalhes mais técnicos sobre o Wuala podem ser acessados no próprio site: http://wua.la/ ou na matéria do Economist (http://www.economist.com/daily/news/displaystory.cfm?story_id=12081445&fsrc=nwl).

As vantagens: você sempre terá os seus arquivos ainda que não disponha de seu PC ou se algo acontecer com ele, a qualquer momento e de qualquer lugar do mundo. Compartilhamento de arquivos é também outra vantagem, uma vez que é possível escolher quem pode ter acesso a que tipos de arquivos.

Enfim, o sentido de comunidade pode trazer benefícios para os usuários comuns até mesmo no armazenamento de arquivos…

Veja mais na web

Thanks for the memory (Fonte The Economist)

Wuala

Cloud Computing (Fonte Coworkers)


E-commerce ou morra!

25 Setembro, 2008

Acontece no próximo dia 29/09, das 19h30 às 21h, a sétima edição do bate-papo sobre e-commerce com entrada franca, na Livraria Cultura do Shopping Market Place.

Esta edição traz para debate a questão das empresas que já aderiram ao comércio eletrônico e as que não estão neste segmento ainda.

Confira os detalhes da palestra intitulada “e-commerce ou morra”, com Ricardo Jordão Magalhães, no link: http://www.batepapoecommerce.com/news/setembro/BPSE_setembro.html.

Para participar, leve 1 kg de alimento não-perecível e faça a sua inscrição no link acima. 


Os desafios das marcas

24 Setembro, 2008

Quantidade ou qualidade?

Eis a grande dúvida do mercado. Analisar o impacto da mídia social pelo volume de citações ou pelos mais influentes? Marcelo Coutinho, do Ibope, defende a idéia de analisar comunidades pela influência dos participantes. Enquanto um tópico criado por um usuário médio resulta em 3 comentários, os formadores de opinião movimentam cerca de 166.

Identificar quem são os hubs parece ser a receita do sucesso dos relacionamentos organizacionais nas redes sociais.

Coutinho ainda acredita que as empresas devem pegar carona no entusiasmo brasileiro nas comunidades online e tentar influenciar o discurso. Eu já penso que essa “influência” deve ser feita com cautela e talvez essa não seja a melhor forma. O relacionamento é mais efetivo que a influência.

O que não se pode deixar de fazer é negligenciar essa grande praça pública que é a web. Do contrário, pode-se correr o risco de ter a marca seqüestrada.

Seqüestrada por gente mal-intencionada, por pessoas extremamente insatisfeitas e que sendo ignoradas, ficam mais furiosas ainda…ou seja, é preciso entrar no diálogo da web 2.0.

Foi-se o tempo em que apenas uma boa propaganda vendia. Relacionamento, diálogo, transparência são itens para lá de necessários neste novo cenário de consumidores participantes, atuantes e conscientes de seus direitos.

 

Veja mais na web

Marcelo Coutinho: marcas devem identificar formadores de opinião na mídia social (Fonte IDGNOw)


Queda pela busca

22 Setembro, 2008

Um notícia de 2002 sobre falência fez as ações da companhia área UAL Corp despencarem. Isso porque o sistema de indexação de matérias do Google estava “crawleando” (puxando/buscando) o site do periódico Chicago Tribune como referência.

 

O problema todo é que a história de quase seis anos atrás acabou por prejudicar as ações da empresa agora, confundindo investidores e analistas do segmento que tomaram o fato como atual.

 

Depois que o artigo foi ressuscitado na página financeira da Bloomberg, as ações caíram 76%. O contexto atual ajudou as ações a despencarem: além da notícia, o setor das linhas aéreas também não anda lá tão sólido, o que apenas reforçou a especulação.

 

Os jornais que divulgaram a nota “velha” sobre a falência dizem estar investigando porque o assunto voltou à tona e já removeram o artigo de seus websites.

 

De quem é a culpa? Google? Jornais? A “batata quente” está sendo repassada de um pro outro…

 

O fato é que construir uma reputação nos dias de hoje é tão ou mais complicado que estar bem posicionado nos meios de comunicação.

 

Cuidar da imagem passa não só pela saúde financeira da organização, mas também não ter repercussões negativas na mídia online, na mídia impressa e nem no passado da empresa!

 

Veja mais na web

Tribune blames Google for UAL bankruptcy story (Fonte Reuters/YahooNews)

 

UAL shares walloped by new posting of old news (Fonte Reuters/YahooNews)

 


Literatura no Twitter?

19 Setembro, 2008

Pois é assim mesmo que um grupo de autores dos Estados Unidos deixou as ferramentas tradicionais de lado e partiu para o Twitter como instrumento para redigirem suas obras.

 

De 140 em 140 caracteres, esses autores estão deixando na rede as suas obras. Um dos exemplos mais interessantes é Matt Richtel, do NY Times, que narra a história de um homem que perdeu a memória e só tem o aparelho celular. Objeto esse que o ajuda a contar a sua história. Como o gênero do texto é de assassinato – thriller – o autor batizou a empreitada de twiller (uma mistura de twitter com thriller).

 

Sinceramente, como curiosidade a iniciativa é interessantíssima, agora, como literatura, não sei não. ;-)

 

Vamos acompanhando…quem sabe não se torne um Best Seller?

 

Veja mais na web

Experiência nova | Eles estao escrevendo seus livros no Twitter (Fonte BlueBus) 


Novo modelo de negócios?

18 Setembro, 2008

 

Um projeto inovador e diferente vai distribuir a música do novo disco do cantor Ed Motta. Por meio de um patrocínio, a Volkswagen permite que os usuários que acessarem o site www.albumvirtual.trama.com.br possam baixar as músicas gratuitamente.

 

Como sabemos o modelo de negócios da indústria fonográfica como a conhecemos hoje tende a se alterar. Aliás, já vem se alterando há algum tempo.

 

O projeto Álbum Virtual, uma parceria da gravadora Trama e, neste caso, com a VW, ainda é um atrativo para as marcas, uma vez que a aproxima do público daquele artista/banda com a empresa patrocinadora.

 

Outro ponto interessante é que os próprios artistas já entenderam que a venda de discos e afins tende a diminuir na internet, uma vez que os downloads gratuitos ganham a preferências dos internautas. Sobram então shows, outras iniciativas e parcerias com a iniciativa privada que quer atingir públicos similares, consolidar a marca e associar-se ao universo da música.

 

Veja mais na web

VW patrocina download gratuito do novo álbum de Ed Motta (Fonte site VoxNews) 


Afinal, o que é mídia social?

17 Setembro, 2008

Li este artigo um dia desses e de fato os argumentos do autor sobre o que é mídia social me convenceram.

 

O autor do artigo, Roberto Cassano, entende que o nome mídia social remete automaticamente a ONGs e apoio de causas benemerentes. E completa: “(…) social tem, pra nós brasileiros, essa eterna associação humanitária-assistencialista”.

 

Outra questão que Roberto levanta é sobre o que significa a tal mídia social para alguns: sinônimo de opção barata e moderna aos tradicionais banners.

 

A mídia social talvez ainda não tenha sido entendida em sua totalidade. As redes sociais online são ambientes em que as pessoas se conectam, se relacionam, se comunicam, interagem, participam, geram e compartilham conteúdos.

 

Pressupõe pensar a relação empresas-consumidores de forma totalmente diferente do linear. Pressupõe partir do consumidor e envolvê-lo na criação e produção dos produtos/serviços, acompanhando-o, monitorando-o, mantendo-o como aliado e participante no processo.

 

Indignações à parte sobre o nome dado a essa mídia participativa-colaborativa-coletiva (mídia social), vale mais, agora, entendermos como esse novo processo de comunicação e marketing vai se desenrolar daqui para a frente. E nos prepararmos para isso, claro!

 

Veja mais na web

Mídia social é uma tradução capenga que não diz tudo (Fonte site Adnews)


Será possível?

16 Setembro, 2008

Você conseguiria escrever um conto em 140 míseros caracteres? Seguindo a linha das informações em pílulas, os microblogueiros do Twitter podem participar do concurso “140 letras”, o primeiro do gênero, brasileiro, e voltado aos microcontos.

 

Para participar, além de ter que ser usuário do Twitter, basta publicar microcontos até 20/09 com o identificador “#140”. O vencedor será anunciado em 30/09.

 

O corpo de jurados é formado por Francisco Madureira (gerente do UOL Tecnologia), Tiago Doria (jornalista do IG) e pelas escritoras Andréa del Fuego e Ana Rüsche.

 

O prêmio, no auge da contradição, é uma coleção de livros…Mas, nada mais justo, certo?

 

Veja mais na web

Concurso de microcontos no Twitter (Fonte Blog Intermezzo) 


Converse com os candidatos…pela web

15 Setembro, 2008

Essa é a proposta do site “Fale com os Póliticos”, uma iniciativa do iG para aproximar os eleitores dos candidatos às eleições municipais de 2008.

 

Para acessar o conteúdo, basta acessar http://falecomospoliticos.ig.com.br, cadastrar-se, aceitar as regras e fazer a pergunta.

 

O site tem o ranking dos candidatos que mais receberam perguntas e dos que mais responderam.

 

A comunicação toda entre eleitores e candidatos se dá inteiramente pelo site, que é uma plataforma.

 

No site também é possível pesquisar o que os candidatos disseram. Com a internet e as ferramentas colaborativas, ninguém mais pode “se dar ao luxo de dizer que não falou aquilo”.

 

A transparência, o envolvimento e o engajamento dos políticos com os eleitores vai ficar cada vez mais evidente na rede.

 

Se der certo, é uma excelente iniciativa em prol de mais transparência por parte dos políticos e de mais envolvimento por parte dos eleitores.  

 

Veja mais na web

iG abriu canal para usuarios perguntarem e candidatos responderem (Fonte BlueBus)