Microblogs como painel de vagas

30 Maio, 2008

Sabemos que os microblogs tornam a comunicação mais ágil e são facilidades que podem ser usadas em coberturas de eventos, mensagens rápidas, comunicações curtas.

No entanto, o microblog - o mais conhecido é o Twitter - tem sido usado também para divulgar vagas entre os jornalistas. Veja: http://twitter.com/link_zero/. De forma rápida e ágil, outros profissionais que escolheram “seguir” este usuário do Twitter tem acesso às vagas anunciadas.

E como estamos cada vez mais agrupados em comunidades por interesses afins, o método pode ser um excelente canal de comunicação para se encontrar os profissionais.

Veja mais na web
Você está usando os microblogs? (Fonte MLOG)

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Credibilidade da imprensa posta em xeque

29 Maio, 2008

Em uma resenha no site The New York Review of Books, o historiador Robert Darnton escreveu sobre o futuro das bibliotecas e resumiu a evolução tecnológica ligada à informação (Renato Cruz):

* A escrita foi criada por volta de 4000 a.C.;
* O códice (livro manuscrito) levou mais 4.300 anos para surgir;
* Do códice aos tipos móveis de Gutenberg foram 1.150 anos;
* Dos tipos móveis à internet, 542 anos;
* Da internet aos mecanismos de busca, 19 anos;
* Dos mecanimos de busca ao algoritmo do Google, 7 anos.

E para por mais lenha na fogueira, Darnton afirmou que a informação nunca foi estável e que não foi a blogosfera que criou um universo de informação sem credibilidade. A História, segundo o historiador, por vezes, toma a imprensa como fonte primária de informação, o que, por sua vez não é válido e coloca em xeque a hegemonia midiática. Embora nossa sociedade atual seja midiática e mediada, não significa que é fonte única de informações.

Além disso, Darnton acredita que a internet não substitui as bibliotecas por mais abrangente que seja. Estas últimas, no entanto, não podem passar a ser vistas como depósitos ou museus.

Ou seja: muito embora o mundo online traga uma variedade imensa de informações e dados, os livros e as bibliotecas, parte da história de qualquer povo não deixam de ter sua importância.

Em tese, Darnton defende o papel crucial do historiador, como agente da construção dos fatos históricos, porém, acredito que a imprensa e mais atualmente, a blogosfera e a internet em geral também tenham esses papéis. A dominância da grande imprensa cede espaço ao usuário comum que pode não saber cientificamente como se faz história, mas a faz (mesmo assim).

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As bibliotecas e a internet (Fonte: Blog do Renato Cruz)

The Library in the New Age (Fonte: site The New York Review fo Books)

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10 dicas sobre as redes sociais

28 Maio, 2008

Um estudo feito pela consultoria Gartner revelou que as redes sociais estão causando interesse nos varejistas, pelo seu alcance junto a diversas faixas etárias e não mais apenas nos grupos jovens.

As redes sociais, ademais ao caráter de relacionamento, podem também ser utilizadas para se obter feedback, criar uma presença de marketing, monitorar marcas e consumidores.

O estudo, então, enumerou 10 pontos que os empresários devem saber sobre as redes sociais:

1. Existem sites sociais e existem plataformas sociais – uma plataforma social permite que o usuário tenha além dos relacionamentos sociais de uma rede social simples: tenha aplicativos, widgets e mashups.

2. As redes sociais vão além do MySpace e do Facebook – um indivíduo, segundo a consultoria Gartner, pode participar ativamente de até três redes sociais.

3. Redes sociais são ricas em boca-a-boca sobre marcas, produtos e serviços – e devem ser vistas como um canal de formação de opiniões assim como os motores de busca, sites de comentários e de comparação de preços.

4. As representações sociais fazem com que o boca-a-boca se torne conhecido e utilizado – isso porque as pessoas estão conectadas entre si e as suas conversações podem ser estendidas e compartilhadas.

5. Os virais são potencializados com as redes sociais – as comunicações entre amigos são fácil e rapidamente propagadas nas redes sociais, o que é para a comunicação oficial das organizações uma fonte de informação.

6. Aplicações para redes sociais são mais fáceis de construir – widgets e aplicativos em geral podem ser úteis aos usuários das redes sociais e ainda expor e divulgar a marca.

7. Redes sociais são uma imensa fonte de dados de consumidores, mas os varejistas têm dificuldades para acessá-la – no entanto, os usuários estarão dispostos a fornecer dados caso tenham vantagens com isso, em troca de aplicativos de interesse.

8. Comunidades, grupos e redes podem ser criados por qualquer pessoa e são impossíveis de se controlar – Gartner aconselha que as empresas devem construir sua presença nas redes sociais com conteúdo gerado pelos membros e devem criar aplicativos que encoragem ao retorno (feedback), criem valor e promovam a organização e sua marca.

9. Redes sociais ainda não comportam comércio – no entanto, as organizações precisam entender como o comércio se mesclará às redes sociais.

10. Redes sociais estão emergindo para o mundo em tempo real (chegando aos celulares) – o que beneficiará o acesso remoto e permitirá a integração entre o mundo on e offline.

Como o fenômeno das redes sociais vem tomando a atenção de todos, vale a pena entender onde e como a sua empresa se insere neste contexto. Lembrando sempre que interrupção, invasão e falta de privacidade são e serão sempre atributos condenáveis neste contexto.

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Ten things retailers should know about social networks (Fonte: site BizCommunity)

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Internet ainda não é explorada como recurso de marketing

27 Maio, 2008

Uma pesquisa divulgada pelo Nic.br destacou que embora as empresas estejam informatizadas (46% das pesquisadas), utilizem a rede para enviar e receber e-mails (99%), busquem informações sobre produtos ou serviços (96%), realizem pesquisas (90%), monitorem o mercado (66%), entre outras atividades, ainda não usam a web como um recurso de marketing e comunicação.

A pesquisa foi divulgada no último dia 20/05 e apresenta dados sobre a penetração e uso da internet em empresas de todo país.

Apesar da rede ser uma facilitadora de negócios, os gestores das empresas ainda não sabem lidar com a web como ferramenta de marketing (aponta a mesma pesquisa). Ter um site e achar que isso basta, não é mais suficiente. É preciso ser achado no emaranhado de informações da internet. É preciso se promover, ganhar visibilidade e confiança dos internautas. É preciso monitorar o que é dito sobre a sua organização, seus produtos e serviços. É preciso entender a dinâmica da rede para escolher as melhores alternativas para se destacar e para fazer uso de todo o potencial da internet.

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Web é pouco utilizada como recurso de marketing no Brasil (Fonte: site Converência Digital)

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Web: munição para tomada de decisões

26 Maio, 2008

Um estudo realizado pelo IBOPE Mídia - Target Group Index (mais de 200 categorias de produtos junto 18.816 indivíduos entre 12 a 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil) – destacou informações sobre o comportamento dos consumidores na hora de comprar um produto. Suas decisões são influenciadas por experiências anteriores, opinião de família e amigos, nesta ordem.

Os pesquisados apontam a internet e o jornal como os meios preferidos nas categorias de carros e eletrônicos para se obter informações. As revistas são fontes de informação quando os consumidores buscam dados sobre vida saudável, exercícios, alimentação. A TV é a preferida quando o assunto são eletrônicos em geral, produtos para casa e alimentos.

A pesquisa, a meu ver, destaca dois pontos interessantes:
- nenhum meio canibaliza outro, visto que cada tipo de informação é obtida via um canal específico.
- a web pode se tornar a mídia de referência para informações, pesquisas e preço, sendo assim, um ponto de atenção para os varejistas, fabricantes e anunciantes.

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Eletrônicos: Internet e jornal são principal fonte de pesquisa (Fonte AdNews)

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Compras de empresas pela internet

23 Maio, 2008

O comércio eletrônico C2C (usuário-usuário) e B2C (empresas-usuário) é algo relativamente estável e crescente no cotidiano das pessoas.

O que vem despontando e se tornando uma alternativa para as companhias é o B2B, ou seja, empresa-empresa.

Uma pesquisa feita pelo Núcleo de Informação e Coordenação Ponto BR (NIC.br) com 2,3 mil empresas com 10 ou mais funcionários levantou que já chega a 64% o percentual de empresas que realizam pelo menos parte de suas compras pela web. O número saltou de 52% em 2006 para 64%, em 2007.

Quando questionadas que canais usam para efetuar vendas, 42% das que já transacionam pela web (45% do total) o fazem por e-mail e 21%, por formulários na web.

Apesar de ainda termos um contingente de empresas que não compram/vendem pela internet, posso afirmar com categoria que boa parte pesquisa os preços pela rede e depois, efetiva a negociação presencialmente.

Isso porque este estudo apontou que 95% das organizações pesquisadas usam computadores, sendo que 97% têm acesso à rede e quase metade (46%) têm seu próprio site na web.

Ainda há um vasto campo a ser explorado pelas empresas na rede. A internet se firma a cada dia como a mídia de referência para notícias, informações e negócios. Logo todos se sentirão confortáveis em negociar pela rede, pela praticidade, comodidade, economia de tempo e até de dinheiro!

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Cresce uso da web em compra empresarial (Fonte Valor Econômico – somente para cadastrados)

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Identificando tendências virais

21 Maio, 2008

Uma iniciativa de nome ‘buzz targeting’ se propõe a identificar os vídeos que tendem a se tornar virais e recomenda-os aos anunciantes para que insiram suas publicidades neles.

Quem lançou a ferramenta foi o próprio YouTube, aproveitando o contingente de vídeos que possui e, imagino eu, a visitação, os favoritos e a popularidade deles e outros algoritmos.

Fora a ferramenta em si, os anunciantes poderão se utilizar da mídia social. No entanto, minha dúvida é: será este um fórum em que as organizações devam interferir?

Será que as audiências vão gostar das intervenções publicitárias? A dosagem entre o conteúdo gerado pelos usuários e a publicidade talvez seja a receita de sucesso do YouTube. Vale a reflexão.

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YouTube introduces buzz targeting (Fonte BizReport)

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Iniciativa online vai virar livro impresso

20 Maio, 2008

A Bienal do Livro, em São Paulo, só acontece em, agosto. No entanto, com o objetivo de editar um livro intitulado “Livro de Todos” e pegar carona na colaboração e construção do conteúdo coletivo da web 2.0, os organizadores estão com a página www.livrodetodos.com.br no ar, diariamente, das 14h às 24h até 16/06.

Quem quiser redigir parte do livro, deve se cadastrar no site e fazer parte desta iniciativa coletiva. Os textos passarão pelo crivo de um conselho editorial, mas se aprovados, virarão livro impresso a ser apresentado na Bienal.

Mais uma vez, temos um exemplo de um padrão da web que se tornou um produto do mundo físico.

Sobre este tema, postei na semana passada. Na ocasião, falei sobre algumas campanhas em vigor nas mídias tradicionais que tiveram seu início na web.

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Bienal do Livro SP lança obra literária coletiva (Fonte AdNews)

Estratégias offline aproveitam conteúdos gerados pelo consumidor (Fonte MLOG)

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Ignorando o boca-a-boca?

19 Maio, 2008

Sabe o que será possível com essa postura? Absolutamente nada. O esquecimento, para ser mais direto.

As organizações que não se importam com o que é dito sobre elas na web, que não têm canais de diálogo com os seus públicos de interesse e que querem controlar tudo o que dizem sobre a instituição estão, em minha opinião, fadados ao fracasso e à extinção.

O encontro sobre Word of Mouth, que aconteceu nos Estados Unidos recentemente debateu exatamente isso: a estratégia (se é que isso pode ser uma) adotada por muitas empresas em simplesmente não abrir canais de diálogo com o usuário.

Fora os prejuízos em não saber o que a webesfera pensa sobre a sua marca, produtos e serviços e ainda correr o risco de cair na desgraça de ser mal-falado pelos usuários que geram conteúdo.

A oportunidade é muito maior que os riscos neste caso. Relacionar-se diretamente com as audiências, é envolver-se com usuários que podem se tornar embaixadores da marca e ajudar na construção da imagem e da reputação da organização, tarefa essa que não cabe só à empresa.

Ativar pessoas talvez seja um dos melhores resultados que se pode obter pela web. O boca-a-boca é simplesmente decorrência disso…

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O porquê de não ignorar o boca-a-boca (Fonte Meio e Mensagem Online)

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Crescimento nas negociações online

16 Maio, 2008

É a tendência apontada pela 10ª edição da pesquisa sobre comércio eletrônico no mercado brasileiro, realizada pela FGV, e que estudou 419 empresas de diversos setores.

Dados interessantes levantados pela pesquisa: cerca de 55% de todo o mercado nas transações B2B e pouco mais de 19% das B2C pertencem ao comércio eletrônico.

Tais números, a meu ver, ainda têm espaço imenso para se expandir, uma vez que temos cerca de 8 milhões de e-consumidores em um universo de 40 milhões de internautas no país.

O estudo também destacou uma inter-relação entre a web e o PDV físico, ou seja, a famosa estratégia multicanal que já mencionei aqui antes.

Quanto mais pessoas se tornam internautas, mais gente com poder de compra entra na rede, mais se sofistica o seu comportamento e, assim, cresce o comércio eletrônico.

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Pesquisa aponta crescimento do e-commerce nacional (Fonte Meio e Mensagem)

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