Nem só de hubs vive o mundo

Marketing viral e boca-a-boca online parecem ter virado sinônimo de campanhas publicitárias pela web. Ledo engano.

Nem só de hubs (concentradores de tráfego e distribuidores de informação) e influenciadores vive a rede. Se pensarmos assim, seremos bombardeados e influenciados o tempo todo pelas marcas e pelos anunciantes em geral.

Um post relativamente antigo no blog Templo Digital levanta esta questão dos influenciadores – os chamados por ele de “deuses” da propagação.

Não significa que uma campanha legítima e bem planejada precise deixar de usar esta estratégia. Desde os primórdios das relações públicas, os influenciadores são utilizados para construir/criar/modificar uma idéia. Alerto apenas para a necessidade de planejamento e necessidade antes de fazer uso de uma estratégia de marketing viral.

Comprar blogueiros e/ou internautas para que falem bem de sua campanha/produto/marca/serviço pode não ser a ‘solução da lavoura’. Sou terminantemente contra esta prática que me lembra muito o jabá.

Ser original e permitir que a campanha se espalhe por sua criatividade, inovação e ineditismo é infinitamente superior a comprar os interesses de um blogueiro…Pense no fiasco que foi a estratégia da agência que cuida da Nike ao tentar comprar o Futepoca. Foi o tiro que saiu pela culatra…

Veja mais na web
Eram os Deuses “Influenciadores”? (Fonte Blog Templo Digital)

Nem toda ação viral tem o efeito esperado (Fonte MLOG)

Para criar buzz (Fonte MLOG)

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Uma resposta para “Nem só de hubs vive o mundo”

  1. Dinheiro polêmico « MLOG Disse:

    [...] Conforme defendi em post anterior, acredito que o post pago seja uma espécie de [...]

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