Voceescolhe.com.br

31 Março, 2008

Esse deveria ser o grande slogan da web 2.0 e é o mote aproveitado pela companhia aérea que foi lançada recentemente no Brasil. 

O dono da JetBlue pretende, ainda, envolver os usuários na escolha do nome, dos uniformes, das refeições, enfim…tem a intenção de usar o conceito de participação, votação, colaboração coletiva para:1. fazer barulho com a sua nova marca;2. conquistar adeptos para a sua (ainda) não conhecida marca;3. agradar consumidores e futuros usuários. 

Todo o poder aos usuários. A companhia aposta em uma estratégia diferenciada que tem o usuário como o maior interessado não só no negócio em si, mas também o envolve na escolha do nome da empresa até a cor do uniforme da tripulação. Sinal de que quer envolvimento, fidelização e relacionamento.  

Será essa uma nova forma de se fazer marketing? Barulho/Buzz ele já está conseguindo… 

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Neeleman lança empresa aérea com TV a bordo e preços mais baixos (Fonte Estadão)

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Nem toda ação viral tem o efeito esperado

28 Março, 2008

Recentemente, uma ação de marketing viral ou buzz marketing (já falamos aqui deste assunto) chamou a atenção pelo efeito reverso que obteve. Na tentativa de plantar um fato junto a um blogueiro, a Nike acabou por ganhar a desconfiança de vários deles que se sentiram “comprados” pela empresa por esta ação. 

Os virais se usados sem moderação, planejamento e necessidade podem se tornar um modismo ou um novo formato de spam (mensagens não desejadas e rejeitadas pela audiência). 

Outro ponto que vale ser ressaltado é que muito embora se preveja uma ação viral sempre com o objetivo de girar conceitos e informações positivas a respeito de uma organização/produto/serviço, o efeito pode ser contrário, uma vez que não está nas mãos do causador da ação o controle das mensagens que são repassadas de uma pessoa para outra. 

Um “tiro que pode sair pela culatra” também é o fato de as pessoas se sentirem manipuladas por ações deste cunho e também repercutirem mal o fato. 

É um assunto polêmico. A pouca autenticidade de algumas iniciativas faz com que a legitimidade dessas ações sejam perdidas. Há que se pensar muito antes de “plantar virais”…  

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Marketing viral provoca polêmica (Fonte AdNews/Estadão)

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Mídia social que dá receita

27 Março, 2008

Para ganhar dinheiro com uma página pessoal, blog, comunidade ou outra iniciativa web, a primeira dica da executiva de marketing Heidi Cohen é observar a audiência, seu perfil, dados demográficos, psicográficos e como se comporta.

Quem mantém qualquer iniciativa de mídia deve se atentar ao que o seu público quer consumir, como quer fazê-lo, em que momentos, se quer participar e de que forma quer o conteúdo. Para isso, se faz imprescindível abrir canais de comunicação com esta audiência. Meios esses que realmente permitam que o usuário emita a sua opinião e sintam que ela está sendo ouvida.

O artigo de Cohen também apresenta, entre outras coisas, os diferentes modelos para se gerar receita com as mídias sociais. São eles: o anúncio publicitário direcionado à audiência do site; sistema de assinaturas; e outras formas de geração de receita como os programas de afiliados, entre outras.

E para garantir que todo o investimento de tempo e esforço vai render frutos, é necessário lançar mão de métricas para avaliar o impacto das mídias sociais. São elas: os pageviews (quantidade de cliques nas páginas); o envolvimento do usuário com o site (tempo de navegação, atividades realizadas, participação); e a interação com os anúncios ou outros formatos comerciais que lá estavam.

O que podemos extrair dessas recomendações é que um site que agregue iniciativas que vão ao encontro da web 2.0 – participação, colaboração e interação – são mais atrativos que os sites estáticos. Além disso, já existem usuários que vivem parcial ou exclusivamente de seus rendimentos obtidos com as mídias sociais. Não será esse um caminho?

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Using Social Media to Generate Revenues (Fonte: Clickz) 

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Opções que aumentam as vendas online

26 Março, 2008

Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Forrester Research revelou que múltiplas opções de pagamento online podem aumentar vendas. 

A pesquisa também detectou que a maior razão de desistência durante um processo de compra online é a falta de opções de pagamento no momento final. 

O estudo apontou que muito se engana quem acredita que apenas o cartão de crédito é a opção majoritária dos e-consumers, uma vez que 40% das vendas offline são feitas com dinheiro e cheques. Aqui no Brasil, acredito que as transferências online e os cartões de crédito sejam amplamente aceitos, no entanto e ainda assim, os varejistas online procuram oferecer outras opções de pagamento para atender às demandas. 

Segundo os resultados obtidos pela Forrester Research, 74% dos compradores online norte-americanos usaram recentemente pagamentos online alternativos e 53% dos varejistas afirmaram que múltiplas opções de pagamento são uma prioridade para os negócios neste ano. 

Assim como uma estratégia multicanal ajuda um varejista a atingir uma maior parcela de públicos, oferecer diversas opções de pagamentos online promove mais confiança no consumidor e o fideliza junto ao seu negócio.  

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Increase payment methods, increase sales (Fonte: BizReport) 

Comércio eletrônico das e para as massas (Fonte: MLOG) 

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Falta de hábito na rede é fator que assusta

25 Março, 2008

Hoje, no Brasil, pesquisas e estudos revelam que apesar do desenvolvimento nos meios de comunicação, o país ainda possui um alto índice de pessoas que não têm acesso à rede mundial de computadores. 

A parcela mais humilde da população com acesso cada vez mais facilitado a um computador em casa, acaba por sofrer com o uso de forma a agregar conhecimento. Apesar disso, os números mostram que com o avanço da economia (a valorização da nossa moeda, o aumento do salário mínimo), vem crescendo o número de pessoas que possuem um computador em casa. Isso mostra que, as classes menos favorecidas economicamente têm interesse em utilizar a ferramenta de forma adequada, mas a falta de habilidade prejudica, ou seja, as pessoas sabem que é importante para o desenvolvimento, mas não sabem como tirar proveito de todas as ferramentas que a rede proporciona. 

Vamos torcer para que esse número continue crescendo e, que cada vez mais a desigualdade deixe de ser um problema assustador no Brasil. Com certeza, proporcionará um desenvolvimento mais abrangente ao nosso País. É como se uma geração não entendesse o meio, mas compreendesse a oportunidade que ele proporciona. 

Além disso, a constância no uso da rede, seja para entretenimento, informação ou compra, acaba por sofisticar o comportamento do usuário e afastar de vez o estigma da dificuldade com a internet. 

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Desconhecimento afasta brasileiro do acesso à Internet (Fonte Convergência Digital)  

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As apostas de 2008, segundo os blogueiros

24 Março, 2008

Uma importante agência de publicidade consultou 20 blogueiros internacionais sobre os destaques de 2008. 

Os blogueiros, então, elegeram as suas preferências: 

- Jay Moonah, do MediaDriving, uma aposta é o site de relacionamento e compartilhamento de músicas, Last.fm. Inclusive já falamos deste site aqui antes. 

- Barry Schwartz, do RoundTable, arrisca que o armazenamento de dados vai passar a ser hospedado na rede.  

- Darryl Ohrt, do Brand Flakes For Breakfast entende que o vídeo continua sendo um dos destaques do ano. Também já comentamos sobre o sucesso dos vídeos online. 

- Mike Volpe, do Hubspot, aponta o Facebook como destaque do ano.  

- John Ebbert, do Context Web, acredita na segmentação da mídia como um movimento importante para os anunciantes.  

- George Parker, do AdScam, pensa como eu e sua aposta é no conteúdo como a forma mais eficiente de atrair visitantes. 

- Martin Calle, do Madison Avenue, entende que palavras-chave relacionadas ao negócio podem diferenciar uma empresa. Os links patrocinados, neste sentido, são o caminho.  

Vale destacar que o conteúdo é o rei! Para ser uma iniciativa de sucesso na web, é preciso ter conteúdo relevante, segmentado, interessante para a sua audiência. 

A audiência da web já prima pelos conteúdos verticais. Isso é visível nas indicações dos blogueiros acima e também nas muitas iniciativas que estamos acompanhando. Fora isso, projetos web que recorrem ao massivo já cedem lugar à comunicação dirigida e personalizada. 

Tendência da nova web e de um usuário mais ativo, mais participativo, mais interativo e mais certo daquilo que quer. 

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O que deve ganhar força em 2008 (Fonte: Meio e Mensagem Online – só para cadastrados) 

Tendências para 2008 (Fonte: MLOG) 

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Conflitos de gerações

20 Março, 2008

Apesar de estar fisicamente próximos, os adolescentes muitas vezes se comunicam por mensagens de texto via celular e também via comunicadores instantâneos, como se estivessem a centenas de quilômetros uns dos outros. 

Como estratégia para deixar os adultos distantes de suas conversas ou porque simplesmente estão acostumados a este tipo de meio de comunicação como forma de privacidade, o celular pode ser um objeto de discórdia entre as gerações de pais e filhos. 

A internet e as novas tecnologias em geral instauraram uma nova forma de vida em sociedade. E é evidente que são formatos diferentes que nós, pais de jovens e crianças, vivenciamos. As novas tecnologias, sobretudo as móveis, são formadoras de redes sociais de relacionamento, novas formas de comunicação e de consumo da informação. 

Por outro lado, apesar da liberdade de expressão, os jovens passam a conviver com um controle advindo da tecnologia digital. São dispositivos, por exemplo, em que é possível localizar uma pessoa por seu aparelho móvel. Também aí, temos a componente da segurança (que vai além do caráter de controle). 

Tenho a impressão que enquanto os adultos usam o aparelho celular para falar, os jovens e crianças usam fortemente para mensagens de texto, jogos e acesso à web. 

Independente do caráter “Big Brother” que a tecnologia móvel nos permite, o fato é que usamos os dispositivos de forma diferente e se quisermos falar a língua dos “anjos”, temos que nos adaptar a isso, ou pelo menos, entender… 

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vc eh velho d+: O conflito de gerações chega à era do SMS (Fonte Folha Online/NYTimes) 

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Jogo e cidadania

19 Março, 2008

O fundador da Glupod, Ioannis Tsiokos, pretende, a partir de 30/05/08, unir em um jogo online uma causa, a contribuição a ela e a diversão ao mesmo tempo. Isso porque quem jogar pode contribuir, efetivamente, para ajudar na resolução dos problemas do planeta.  

Os pontos acumulados no jogo serão convertidos em dinheiro real e serão canalizados para ONGs ligadas às causas defendidas no game. 

O jogo será distribuído pela plataforma da glupod.com e por portais de jogos. Custará de 20 a 1000 dólares e 50% da receita vai pra as ONGs. 

A mecânica do jogo funciona da seguinte forma: o jogador é um anjo que deve adotar animais de estimação e para isso tem uma moeda virtual – os glucs. Cabe ao jogador transformar as suas vitórias em ajuda, mas é igualmente necessário manter alguns glucs para continuar a jogar. 

O interessante é que a internet pode ser um canal de auxílio e captação de recursos para entidades que necessitam de ajuda. Isso sem mencionar que elas podem também usar a internet como um canal de escoamento de seus produtos.   

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Há anjos na Internet (Fonte ACEP)  

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A questão da privacidade na rede

18 Março, 2008

Li esses dias uma entrevista do presidente do Google no Brasil, Alexandre Hohagen, para a Folha. As questões giravam em torno da privacidade ou das manobras que as pessoas fazem para se expor ou atenuar sua aparição na rede. 

Na ocasião, Hohagen afirmou que as pessoas vão ter que aprender a conviver com a exposição excessiva e que ninguém mais pode se esconder em função disso. 

Na minha opinião, a internet apenas potencializou um instrumento que existe desde que o homem aprendeu a falar: o boca-a-boca. Na rede, o caráter viral é mais potente porque é mais fácil disseminar uma mensagem pelas redes sociais e sites de compartilhamento em geral. Na vida offline, um boato pode demorar um pouco mais para se espalhar, mas se tiver que ser nocivo, será do mesmo jeito que na internet. 

Os paradigmas de privacidade mudaram muito. As pessoas comuns têm o poder de expressão nas mãos e isso, a meu ver, faz parte da democracia, da liberdade de expressão e do livre arbítrio. Antes, todo o poder da comunicação estava nas mãos das grandes corporações ou dos conglomerados de mídia. 

É inevitável falar um pouco de si para tornar a experiência da internet mais relevante para aqueles que têm interesses afins. 

Não adianta mais se fechar numa bolha. Sendo assim, caia na rede e administre sua imagem pessoal. 

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“Ninguém pode mais se esconder”, diz presidente do Google Brasil (Fonte Folha Online)  

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Dia-a-dia também é tema de blogs na internet

17 Março, 2008

A rotina de pais e mães virou site e blog para um grupo de internautas dispostos a compartilhar suas angústias e experiências pela web. 

O site Desabafo de mãe e o blog de mesmo nome têm como intuito oferecer a pais e demais interessados em educação e assuntos infantis experiências e trocas de idéias. 

O site ainda se propõe a ter uma equipe de especialistas para esclarecer dúvidas sobre saúde, educação e comportamento. Também terá parceria com um veículo de comunicação impresso. 

Outro endereço eletrônico que debate o cotidiano é o site www.28dias.com.br. A proposta é que em 28 dias, temas e missões diferentes aconteçam. As responsáveis são as blogueiras-jornalistas Lucia Freitas e Ceila Santos, que farão posts contando suas histórias e esperam obter resultados com opiniões de outras mulheres, já que os 28 dias são bem conhecidos das mulheres. Para estimular a participação das internautas, o site pretende premiar as dez participantes mais ativas. 

Em que outros meios de comunicação conseguimos ver tanta gente compartilhando todo o tipo de experiência? Só na internet. 

Isso porque a web abriga desde o especial, o inusitado, o diferente até o comum, o cotidiano, o dia-a-dia. Em outras palavras, abriga a diversidade e a pluralidade. 

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