Até que ponto a mídia alternativa não será invasiva?

O Google acaba de comprar uma empresa de rede social móvel, a Zingku, que permite quase as mesmas funcionalidades de uma rede social na net. Os anunciantes, por sua vez, poderão enviar publicidade aos participantes. 

Minha dúvida, como usuário de alguns serviços no celular que são gratuitos, é se esse formato publicitário vai ser aceito pelos usuários. Minha sensação é que anúncios repetidos no celular tendem a desgastar uma marca. É preciso cuidado para entender o que o usuário aceita e o que ele rejeita. 

Com o volume de informações que temos nos dias de hoje, sermos incomodados em nossos dispositivos móveis pessoais pode ser mal-visto… 

Creio que esse será um desafio para quem optar pelas mídias alternativas, especialmente, as que têm o celular como base. 

Veja mais na web

O Google comprou uma empresa de rede social via celular (Fonte Blue Bus) 

Universo móvel ganha aplicativos de redes sociais (Fonte MLOG) 

Disputa no celular (Fonte MLOG) 

Querem sua atenção até no celular (Fonte MLOG)

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2 Respostas para “Até que ponto a mídia alternativa não será invasiva?”

  1. Leonardo Disse:

    Estou em meio a uma pesquisa e gostaria que o amigo virtual se possível pudesse colaborar.
    Já procurei muito na internet e em livros, contudo não encontrei em números a fatia que as mídias alternativas hj representam para os mercados mundial e/ou brasileiro.

    Fico no aguardo de uma luz.

    Obrigado desde já.

  2. Stelleo Tolda Disse:

    Leonardo,

    Agradeço a leitura no blog.

    Primeiro, é preciso definir o que você entende por mídia alternativa. Há aqueles que a consideram como todo espaço para veiculação de anúncios de publicidade e propaganda em locais inusitados e ou fora do habitual. Esses anúncios podem, também, interagir com o público: Busdoor, Bikedoor, Motodoor, Mídia em Metrô, Anúncios feitos com tatuagens, Anúncios em novas tecnologias e quaisquer outros que venham a estar fora do quadro comum de meios e veículos de comunicação da dita mídia tradicional.

    Neste sentido, é muito difícil mensurar que porcentagem do bolo midiático, elas representam.

    No entanto, se considerarmos como mídia alternativa apenas as derivadas da web, podemos dizer que já são, de acordo com o instituto de pesquisa Pew Research Center, a fonte primária de informação para 7% dos brasileiros, ficando à frente do rádio (4%) e das revistas (1%). Ainda está atrás dos jornais impressos (12%) e da televisão que, assustadoramente, tem 76% das respostas.

    Creio que ainda não é um número ideal que busca, mas já dá pra vislumbrar a importância que vão ter no futuro, por seu caráter dirigido, segmentado e relevante para o usuário.

    Para dados sobre a internet em geral, sugiro:
    http://www.teleco.com.br
    http://www.camara-e.net
    http://www.internetsegura.org
    http://www.abranet.org.br
    http://www.ebit.com.br
    http://www.webshoppers.com.br

    Abs,
    Stelleo.

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