Recentemente, o site de compartilhamento vídeos YouTube anunciou ter chegado a um acordo com entidades regulatórias britânicas para o recolhimento de royalties para 50 mil compositores e escritores musicais. O resultado deste acordo seria a veiculação legal das músicas no site.
Por um lado, a autorização é importante para o YouTube, que é visto como um site que veicula pirataria. Do outro, estão os músicos e compositores que passam a ter uma fonte adicional de receita pela divulgação de suas canções neste ambiente.
Outro caso recente, porém sem final pacífico, é o caso da empresa francesa PPR que quer processar o eBay por permitir a venda de produtos das marcas Gucci, Bottega Veneta, entre outras do segmento de luxo.
Em minha opinião, a saída para ambos os casos é o trabalho colaborativo entre empresas e sites usando ferramentas tecnológicas e comunicação freqüente, para notificação e remoção de conteúdo indevido. No caso do MercadoLivre, por exemplo, temos o Programa de Proteção à Propriedade Intelectual, que funciona como um dispositivo para os detentores de propriedade intelectual nos alertarem caso encontrem alguma irregularidade ligada aos anúncios do site.
Não é vantagem a briga judicial entre as empresas detentoras de marcas e direitos e os sites que hospedam conteúdo de terceiros. Ambos saem desgastados e quem perde mais, ao final, é o consumidor, que não conta com um canal web para suas compras.
Portanto, ao encontrar um conteúdo supostamente irregular na web, o usuário deve comunicar o provedor de acesso àquela informação e este tomará as medidas cabíveis.
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YouTube fecha acordo com compositores (Fonte: Site AdNews)


Escrito por mlonlinegeneration
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