A web 2.0 já faz parte da vida das empresas, dos usuários comuns, dos jovens altamente conectados, enfim de todos aqueles que acessam a internet e usam as redes sociais de compartilhamento de arquivos, música, fotos, vídeos.
A segunda geração mudou totalmente a maneira de como a web e seus usuários se comportam. De um catálogo estático para um conteúdo dinâmico, participativo e colaborativo, a web conseguiu captar a essência da interatividade, ainda que de forma não planejada. Antonio Fumero, um engenheiro de telecom especialista em internet, em entrevista ao jornal La Vanguardia, afirmou: “a primeira grande inovação que não foi planejada”.
Em minha opinião, ainda que não planejada, a web sempre passará por uma evolução que faz parte de um processo de inovação crescente e cada vez mais inclusiva. E o fato de não ter sido planejada, não altera o impacto do fenômeno.
O que modifica fortemente nesta transição da primeira para a segunda geração da web é a questão do usuário, que de coadjuvante passa a ator principal. Ele é o motor da web 2.0, que sem seus conteúdos, deixa de fazer sentido.
A internet, como qualquer tecnologia no início, era restrita a especialistas, pesquisadores e acadêmicos em geral. Com a simplificação da tecnologia, esse paradigma foi quebrado e outras pessoas passaram a ter acesso a interfaces simples e fáceis de usar.
O interessante deste novo cenário é que os usuários munidos do poder de expressão no mundo online, podem transpor a barreira e protagonizarem uma revolução no mundo real também. Quem sabe?
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17 Outubro, 2007 às 8:11 am
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