Você já ouviu falar de mini-empreendedores?

29 Junho, 2007

Depois dos micro, pequenos e médios empresários, a terminologia da moda para alguns são os mini-empreendedores. 

Encontram nichos específicos de atuação, agem nas lacunas deixadas por outros empreendedores e garantem a potencialização dos seus negócios via web. Este é o perfil dos mini-empreendedores. 

Os mini-empreendedores ganham dinheiro com suas próprias criações e projetos. São pessoas que enxergam oportunidades em ambientes onde as grandes corporações não conseguem atingir ou atender. 

Micro-empresários, freelancers, negócios alternativos, empreendedores de final de semana, empreendedores da web, profissionais de meio-período, profissionais liberais, profissionais que trabalham em casa, profissionais experientes, amadores, empreendedores sós, negociadores de sites como MercadoLivre, eBay, blogueiros, etc, fazem parte desta categoria “nova” de comerciantes, negociadores e empreendedores que se baseiam na cauda longa que, por sua vez, se caracteriza por um fenômeno observado em empresas da web que faturam sobre produtos de nicho tanto ou mais que os tradicionais produtos ‘hot’. 

Os mini-empreendedores conseguiram com a web potencializar seus negócios e se tornarem mais conhecidos ou pelo menos, atingirem outros interessados em seus itens e/ou serviços. O que não conseguiriam se estivessem apenas no mundo físico.  

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Minipreneurs 

A cauda longa ou a possibilidade de vender para nichos


Trilhando um caminho online

28 Junho, 2007

Segundo dados da consultoria eMarketer, apesar de custos altos com conectividade aqui no Brasil, ainda lideramos a América Latina em número de usuários de internet, junto com Argentina e México. 

Os brasileiros já estão acostumados à rotina web e a população com acesso saltará, segundo previsões do mesmo artigo da eMarketer, de 17,5 milhões de usuários em 2005 para 43,7 milhões em 2011. 

Segundo o mesmo relatório - eMarketer Brazil Online report -  menos de 15% da população brasileira está conectada, porém, em 2011, a previsão é de que ¼ da população já tenha acesso à web em suas residências, cibercafés ou quiosques públicos.  

Um dado surpreendente é que apesar da penetração da banda larga não ser enorme no país – cerca de 6 milhões de usuários, temos, de acordo com o reporte, o terceiro maior número de linhas banda larga nas Américas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e do Canadá. 

O relatório também comenta que o Brasil é um dos países com comércio eletrônico mais desenvolvido, incluindo compras e publicidade online. A instituição ZenithOptimedia classificou o Brasil, de acordo com a notícia deste mesmo site, como o sétimo maior mercado de publicidade online do mundo. 

Tais dados só evidenciam e destacam a importância do Brasil no mundo digital. O fato já assumiu tal dimensão que endereços convencionais mundo afora vem ganhando versões tupiniquins, como o site de compartilhamento de vídeos YouTube e o metaverse Second Life, que já criaram suas versões brasileiras. O mesmo deve acontecer em breve com MySpace e afins.  

O usuário brasileiro é um fast learner (aprendiz rápido) e um heavy user (consumidor ávido) da web. Apesar de não termos a totalidade da população plugada, já assistimos a uma penetração da rede junto às classes menos favorecidas economicamente, o que nos mostra o potencial crescente da rede e de suas ferramentas.  

Para concluir, diria que o relatório evidencia a realidade, mas também, salienta o enorme potencial que o Brasil exibe no cenário digital.  

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Brazil Beats a Path Online 


Mundos virtuais são a ‘bola da vez’ da web

27 Junho, 2007

Listas de sites mais acessados, de blogs mais visitados, de jornais online mais lidos…todas esses rankings existem desde o início da web. 

Agora, a moda são os mundos paralelos virtuais. Om Malik, escritor de tecnologia, publicou a relação dos 10 MMOs (Multiplayer Massive Online Games), o que prova que, cada vez mais o sucesso desse tipo de ferramenta web. 

A lista de Malik inclui:World of Warcraft, lançado em 2004 – 8,5 milhões de assinantes ativos.Habbo Hotel, lançado em 2000 – 7,5 milhões de assinantes ativos.RuneScape, lançado em 2001 - 5 milhões de assinantes ativos.Club Penguin, lançado em 2006 - 4 milhões de assinantes ativos.Webkinz, lançado em 2005 – 3,8 milhões de assinantes ativos.Lineage I/II, lançado em 1998, com 1 milhão de assinantes ativos Second Life, lançado em 2003 – com meio milhão de assinantes ativos 

O interessante da lista é ver que existem muitos metaverses e como existe um hype em torno do Second Life, pela participação sob a forma de marketing e comunicação institucional das grandes organizações. 

Será que as pessoas passarão a viver digitalmente? A ter realmente uma segunda vida? Vamos acompanhando…afinal, morar, trabalhar, divertir-se já é possível de acontecer nesses ambientes…   

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El Efecto WoW no se acaba; suscriptores de MMOs 

No mundo virtual desde pequenos


Tá difícil?

26 Junho, 2007

Quer botar a boca no trombone? Pela web isso se torna muito fácil e gratuito. Além das centenas de fóruns, listas de discussão e afins, existem os blogs, sites e páginas pessoais. 

O Tá difícil é um blog de uma especialista em usabilidade, Mercedez Sanches. A iniciativa, que segundo o próprio blog, visa mostrar o que está difícil para ajudar a melhorar. 

A web além de ser uma ferramenta interativa por natureza traz a possibilidade de permitir a participação do cidadão comum usando o poderio da internet.  

Se você quer que algum produto ou serviço melhore, este pode ser um canal: “E aqui entram desde as embalagens que nem a mulher maravilha consegue abrir, os controles remotos que nem com pós-graduação você consegue operar até os sites e sistemas interativos que deixam qualquer um perdido, confuso e frustrado”. 

Não sei se o blog de fato “conserta” todos os problemas, mas os expõe para quem quiser vê-los. E as organizações passam a ter que se atentar para canais gerados pelo consumidor se quiser continuar a tê-los.


Que tal uma comunidade só com imagens?

25 Junho, 2007

O site Imagini tem como objetivo caracterizar os usuários baseando-se em imagens e o que elas têm como mensagem subliminar. 

O usuário responde a uma série de perguntas clicando nas imagens que mais se aproximam de sua resposta. 

Baseado nas respostas, o site Imagini cria uma característica visual e um perfil. O usuário se relaciona com aqueles com quem tem afinidade. A diferença para uma comunidade online convencional é que, em sua maioria, as primeiras são basicamente compostas por textos e esta, em imagens. 

Mais uma idéia dos nossos e novos tempos! 

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Yami descobre uma comunidade virtual baseada em imagens, que tal?


Sistema de busca para áudio e vídeo online

22 Junho, 2007

Uma nova ferramenta de busca vai alterar a forma como buscamos os arquivos de áudio e vídeo na web. Conhecida como PodZinger, a ferramenta de busca para podcasts, permite encontrar vídeos e sons com 80% de precisão. Isso porque converte palavras faladas em textos.  

A ferramenta permitirá, segundo o idealizador Tom Wilde, que as organizações forneçam publicidade associada a conteúdos específicos, como os links patrocinados nos sites de busca convencionais. Só que, neste caso, o formato vídeo é muito mais atrativo do que o conteúdo escrito. Existe aí, a meu ver, uma oportunidade de melhora na apresentação dos conteúdos mercadológicos. 

Só que para converter vídeos em textos, será preciso contar com o apoio de provedores de conteúdo para que já produzam seus vídeos ou áudios agregados do formato texto. 

Para a busca de vídeos e áudios, a colocação de tags não é suficiente ou, podemos dizer que é, no mínimo, limitadora. Algumas palavras-chave não conseguem dar conta de todo o conteúdo de um arquivo de áudio e vídeo. 

É fato que a busca de vídeos e áudios melhorará muito com uma ferramenta desse tipo, porém, resta saber se os autores das super produções da web se dedicarão a transcrever suas obras ou se já as produzirão pensando na busca.  

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Site busca palavras faladas em vídeos online


Crie seu próprio Second Life

21 Junho, 2007

Mundos virtuais como o Second Life e o World of Warcraft são chamados de Massively Multiplayer Online Games – MMOs. E os MMOs estão a cada dia mais populares na internet. Tanto que as grandes corporações resolveram criar alternativas de si próprias nesse mundo e encontraram mais um canal de exposição institucional. 

A novidade nesta tendência agora é uma criação de quatro ex-funcionários da Netscape – o Multiverse, que se caracteriza por um software gratuito que permite a qualquer programador construir um mundo virtual. Quem não for programador, pode visitar os mundos virtuais existentes passando de um para o outro por meio de um portal. 

Se a moda pega, teremos diversos “mundos de Sofia”, de Helenas, Pedros, Paulos, etc… 

Porém, a iniciativa chama a atenção pela possibilidade de personalização e individualismo que propicia, ao mesmo tempo em que permite interação com outros personagens e mundos. Ou seja, a internet leva a cabo duas características até então antagônicas no mundo físico: a personalização dos produtos em convivência com a massificação…talvez essa seja a beleza dos mundos virtuais individuais.  

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1 software gratuito que me permite criar meu proprio mundo virtual


Visitar um museu agora está ao alcance de um clique

20 Junho, 2007

Os criadores do ORGANISMuseum, Claudio Dalla Bernardina e Oliver Pavicevic, conseguiram transportar a experiência de visitar um museu para a web. No primeiro museu online virtual, é possível ver detalhes de cada obra com o auxílio de setas de navegação na tela.  

Visitas virtuais não são novidades na internet. O que surpreende são os detalhes da visita no ORGANISMuseum. Ao “caminhar” pelos corredores virtuais do museu, o internauta pode ser aprofundar em cada obra exposta apenas clicando. Esse tipo de funcionalidade não é possível nos tour convencionais dos museus que já estão na rede.  

Por enquanto, só fotógrafos expõem seus trabalhos de forma gratuita no museu virtual. Em breve, pintores também poderão expor suas obras. 

Algumas questões, no entanto, me chamam a atenção: os expositores serão remunerados? Será que teremos o modelo de publicidade até dentro dos museus virtuais? O artista perderá seu glamour por expor na web ou é mais um canal de divulgação para o seu trabalho?   

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1º museu on-line exibe imagens em alta resolução 

Museu nas páginas da web


Complemente sua renda com vídeos pelo celular

19 Junho, 2007

A operadora Claro acaba de lançar um recurso de compartilhamento de vídeos pelo celular – o Video Maker. 

A iniciativa que deve se estender para as outras operadoras em breve transfere ou pelo menos pretende deslocar um pouco do tráfego de serviços de voz para os serviços de dados. 

O cliente que quiser baixar os vídeos pelo celular também pagará por isso. A idéia é dividir a conta entre operadora e cliente. 

A operadora está apostando no efeito viral e multiplicador que os vídeos da internet geram nos internautas. Mas…será que por ter custo e por ter uma resolução de tela inferior ao do computador, os vídeos pelo celular atingirão tamanho sucesso dos compartilhados pelo YouTube? 

Contudo, o interessante desta ação é o poder confirmado que o consumidor consolidou. Agora, além de produzir e compartilhar vídeos pela internet, o fará também pelo celular e de forma remunerada. Quem sabe no futuro, não assistiremos a uma nova forma de trabalho, baseada na colaboração e produção dos internautas estejam eles no computador, celular, PDA ou outro dispositivo.  

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Vídeos de usuários viram fonte de receita no celular (para cadastrados) 

TV fora da TV


Menos de 1/3 dos brasileiros usam a web

18 Junho, 2007

Apesar do crescimento do uso da internet no Brasil, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) aponta que o acesso à rede ainda está em menos de 20% dos lares, maior parte (54,55) dos brasileiros nunca ligou um PC e que 67% dos brasileiros nunca acessaram a internet.  

A audiência web nas residências é maior no sul (17%) e sudeste (18,7%) e menor no nordeste (5,5% dos domicílios).  

Os internautas brasileiros se distribuem assim: 40% acessa em casa, cerca de 30% usa LAN houses e cybercafés, 24% têm acesso só no local de trabalho e 15% nas escolas onde estudam. Somente 3,5% dos usuários usam telecentros públicos.  

A pesquisa ainda destaca que o uso da internet esbarra no saber usar um computador para mais da metade da população.  

Todos estes dados evidenciam o quanto ainda temos para alcançar em termos de inclusão digital, educação e democratização, já que a internet é um instrumento de cidadania e participação coletiva.  

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Uso da web não chega a 30% dos brasileiros