Tome seu café enquanto saboreia uma…publicidade!

17 Maio, 2007

As máquinas de venda de bebidas não-alcoólicas do Japão vão começar a oferecer seus produtos de graça ou por um preço mais baixo para quem topar assistir um comercial de 30 segundos na máquina. 

As máquinas passam a ser mais uma opção de mídia para os anunciantes e para as agências de publicidade. Além da mídia na máquina, os copos descartáveis que trarão as bebidas também vão conter publicidade. 

Essa nova modalidade de anúncio me faz pensar nos limites da publicidade. Será que as pessoas estão dispostas a ver e ouvir publicidade até quando esperam o cafezinho? Não é melhor bater um papo com o colega de trabalho?  

Outro ponto que vale mencionar é a Operação Cidade Limpa. Será que em função desta proibição, que, particularmente considero louvável, não iremos sofrer com um excesso de publicidade nestas novas mídias alternativas? 

Não creio que precisemos de outdoors tão gigantescos e de publicidade escancarada e exagerada o tempo todo. Por enquanto, as máquinas de venda com publicidade ainda estão do outro lado do mundo… 

No mínimo, os anunciantes e as agências terão que repensar se a estratégia de mídias “alternativas” não será algo invasivo ou mal visto pelo público final, o consumidor. 

 

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Nova midia | Que tal assistir a 1 comercial enquanto espera o café sair?


Projeto quer contar os internautas do mundo um a um

16 Maio, 2007

Dois estudantes portugueses criaram um site denominado como MapMyName, um projeto que se destina a mapear os usuários da internet de todo o mundo. 

Sabendo quantos internautas existem no mundo eles acreditam que conseguirão determinar o verdadeiro poder da internet. 

O MapMyName não é uma rede social como o Orkut ou o MySpace. É uma Rede Social Científica Global. O que a diferencia de uma rede social comum é que o foco está no indivíduo e sua localização e não no perfil do usuário. 

Para mapear todos os internautas do mundo, os universitários elaboraram uma fórmula que cada internauta deveria convidar ao menos três amigos para participar, criando assim, um sistema de pirâmide. 

Os dois estudantes acreditavam que o número seria determinado em um mês, porém, devido a não adesão ao projeto, essa expectativa teve de ser aumentada. 

Será que eles conseguirão? 

 

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Site promete mapear todos os internautas


Roupas pela internet

15 Maio, 2007

Uma pesquisa da The State of Retailing Online 2007, do Shop.org e Forrester Research, em nota do site BlueBus, afirmou que, pela primeira vez, a venda de roupas pela web, nos Estados Unidos, superou a categoria “menina dos olhos” do varejo online – informática. 

O crescimento da venda de roupas pelo comércio eletrônico se dá pela difusão da banda larga, que permite velocidades maiores de navegação; melhores ferramentas (como o ‘zoom’ e a rotação de imagens); e políticas de devolução mais liberais. No MercadoLivre, por exemplo, a categoria Calçados, Roupas e Bolsas teve um crescimento superior a 200% se compararmos 2006 com 2005. 

Cada vez mais assistiremos ao crescimento significativo de categorias que pensávamos que não decolariam pela web. A evolução das ferramentas de visualização, o comportamento mais sofisticado do usuário na rede e a velocidade de conexão permitirão que isso ocorra com cada vez mais rapidez. Calçados, Roupas, Bolsas, Jóias, Acessórios, Óculos, Perfumes são exemplos deste crescimento.  

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Afinal, pela primeira vez, roupa é o que mais vende no varejo online 

Less Risk Seen in Purchasing Clothes Online


Estratégia multicanal

15 Maio, 2007

Para não perderem mercado ou ainda para não deixarem a onda digital para trás, as revistas impressas estão apostando nos sites, podcasts e telefonia celular. 

Assim como a filosofia mambembe, é preciso estar onde seu público está. Para isso, notamos uma grande quantidade de conteúdo das revistas impressas em sites das editoras que as publicam, em arquivos de áudio que complementam entrevistas do formato impresso, páginas dentro da internet móvel, entre outros. Seja lá qual for o suporte, é possível acessar o conteúdo das revistas. 

Enfim, a antiga idéia de que a internet canibalizaria a velha mídia finalmente cai por terra. 

Hoje, o pensamento de integração é muito mais presente que o da segmentação por mídias. Ou seja, quanto mais suportes ofereço aos usuários/leitores/internautas, mais chance tenho de ser lido/visto/percebido e, com isso, ganhar com publicidade e concentrar anunciantes em meus veículos. 

Além disso, as editoras perceberam que para reverterem a queda da circulação do impresso, precisam formar comunidades on e off-line em torno de suas publicações, como forma de fidelização, divulgação e boca-a-boca dos seus produtos. 

Canais alternativos de distribuição de conteúdo são a resposta para o casamento entre o impresso e o virtual. 

 

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Mídia impressa reconhece a importância da mídia digital 

Princípio da web 2.0 ganha espaço na mídia impressa


Mais um site de música online sem DRM

14 Maio, 2007

O cantor Peter Gabriel acaba de lançar o serviço de música online We7, com downloads gratuitos de músicas
em formato MP3. O sistema quebra o DRM (”Digital Rights Management”) que controla os direitos autorais e limita a difusão de conteúdo digital. O pagamento dos royalties aos artistas está baseado em publicidade.
 

Para não haver problemas com direitos autorais, todas as músicas têm um anúncio que as precede. Para quem não quer ouvir a propaganda, a opção é comprar a faixa do site. Após quatro semanas, no entanto, é possível remover os anúncios. 

O We7 aposta na estratégia off-line para atrair anunciantes, uma vez que pede dados como idade, sexo e residência como obrigatórios para o cadastro dos usuários. Assim, o anunciante, de posse destes dados, pode fazer outros usos do mailing. 

O site Spiralfrog e o Playble funcionam de modo semelhante ao We7. Trata-se de uma forma de cobrar a conta não do usuário, mas de quem tiver interesse
em atingi-lo. Além disso, permite uma diminuição da pirataria, uma vez que o download e o compartilhamento das músicas passam a ser legais e ainda a compensar os artistas.
 

É uma alternativa a vender música no formato digital. Um outro produto nos nossos tempos. 

 

 

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Peter Gabriel leva publicidade à música online 

Música digital: definitivamente o futuro da indústria fonográfica


Mensuração em tempo real

11 Maio, 2007

Uma das vantagens da comunicação digital e das estratégias de marketing online é a mensuração em tempo real que é possível de ser feita. 

Mesmo que o usuário esteja navegando web adentro, é possível descobrir e analisar seus caminhos. 

Um evento
em São Fracisco, EUA, Emetrics Summit, tem comentado exatamente sobre essa importância de captar informações sobre seus clientes na web e aprender com elas, em real time. Para Seth Romanow e Chris Worland da Microsoft, esperar a segunda visita de um cliente para usar o que você descobriu sobre ele pode ser tarde demais.
 

A partir daí, é possível falarmos na importância da interface de um sítio web para os internautas. Você só consegue reter a atenção de um usuário e, com isso, mensurar suas preferências, se tiver conteúdo relevante para ele. 

Romanow e Worland, porém, chamam a atenção para o destino que deve ser dado a esse monitoramento do comportamento do usuário dentro do site. A partir de questionamentos como “Eu consigo criar segmentos dentro desse comportamento?”; “Essa informação será útil e eu conseguirei oferecer algo mais segmentado a partir dela?”; “Qual é o benefício dessa segmentação para o usuário e para a empresa?”, chegaram em três características principais de segmentação em tempo real: - O Clickstream: que analisa a data da última visita, o número de page views e o tempo gasto no site; - O IP: que mostra o local de onde o cliente acessa, possibilitando segmentação por região; - A Língua.  

Saber interpretar os dados obtidos e conseguir direcionar o site é que é o grande desafio! 

 

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Emetrics Summit: O que seu cliente está fazendo agora?


A superinteligência das máquinas

10 Maio, 2007

Vernor Vinge, em entrevista para o site IDG Now, afirmou que depois de 2020, com a interligação dos PCs e da internet, as máquinas ultrapassarão o homem. Vinge mencionou o episódio do computador que venceu o enxadrista Garry Kasparov e justificou a sua aposta na evolução de performance dos hardwares computacionais. “No futuro, veremos melhoramentos no software e hardware que levarão este sucesso a outros domínios intelectuais”, conta ele. 

Vinge afirma que as máquinas inteligentes serão menos visíveis que os computadores de hoje. Com isso, podemos fazer uma analogia com a web semântica com o conceito defendido acima por Vinge. 

Será que o futuro não precisa de seres humanos? 

Como afirmei em posts anteriores, o poder das máquinas só supera a inteligência humana em um quesito: capacidade pura de processamento. O que diferencia uma máquina de um ser humano é o processamento de dados em detrimento da intuição, análise e co-relações humanas. 

 

 

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Entrevista: máquinas vão ultrapassar inteligência humana depois de 2020  

Web 3.0?


Broadcast Him!

9 Maio, 2007

Depois do Youtube e Citizentube, agora é a vez do GodTube. 

Que os vídeos online são a sensação do momento, já sabemos. A variedade de gostos e tipos é que surpreende.  

Enquanto o CitizenTube visa dar vida aos protestos online, o YouTube é mais genérico e abriga todo tipo de manifestação sob a forma de vídeo. 

Agora, é a vez das religiões se apropriarem da ferramenta e atingirem o público fiel. O GodTube, com o slogan Broadcast Him (transmita Ele), tem como missão utilizar a tecnologia baseada na web para conectar cristãos com o propósito de estimular e fazer avançar o mundo Gospel. 

Depois do YouTube, vários outros sites de compartilhamento de vídeos surgiram. Cada um com a sua proposta e com a sua segmentação. 

O interessante da internet é o espaço que ela proporciona a qualquer credo, ideologia ou religião. Democrática e ao mesmo tempo segmentada, dirigida aos interesses de quem a acessa. 

 

Veja mais na web 

Protestos e manifestações passarão das ruas para a web? 

Enciclopédia online ganha similar conservadora 

2007: o ano da web 3.0 


Rave Awards e os inovadores da web

8 Maio, 2007

A revista Wired divulgou em sua última edição a lista dos Rave Awards 2007, que de acordo com a publicação, são 22 inovadores, instigadores e inventores que provocam mudanças nas pessoas.  

Um destaque do mundo digital é Jen Chung, criadora do blog (hoje uma rede de sites) Gothamist. 

Jen, como a própria Wired descreveu, criou um site “grande ao pensar pequeno”, isto é, com notícias especializadas no local, no particular, como ela mesma denomina “em um nível hiperlocal”, ela conquistou audiência e fez a diferença para a sua audiência. Uma versão paulistana deste tipo de blog é o Sampaist (www.sampaist.com). 

Esse tipo de conteúdo faz sucesso porque os veículos tradicionais, mesmo os da internet, realizam uma abordagem ‘en passant’ de fatos super locais, enquanto estes blogs, páginas de internautas comuns dão um tom mais intimista e aprofundado aos temas. E é exatamente esse o propósito da internet: ter do geral ao particular, do veículo oficial ao oficioso. Enfim, ser democrática, colaborativa, participativa e inclusiva.


Os dez maiores veículos da web americana concentram 99% das receitas destinadas ao meio

4 Maio, 2007

Segundo um estudo denominado Digital Marketing & Media, feito pela publicação norte-americana, Advertising Age, os dez maiores veículos do mercado de internet concentram nada menos que 99% do total dos investimentos destinados ao meio.  

Um outro fato tão impressionante quanto o acima mencionado é que destes 10, os quatro primeiros concentram nada menos do que 85% do bolo. 

Os dez maiores anunciantes da internet yankee são: Google, Yahoo!, AOL, MSN, IAC, CNET, Fox Interactive, Viacom, Disney Internet Group, New York Times Digital. 

Quatro dos que mais recebem investimentos também aparecem no ranking dos top cinco sites mais visitados (em termos de visitantes únicos): Yahoo!, Time Warner (AOL), Google, Microsoft Corporation (MSN) e eBay.  

A relação é fácil: a receita decorre da audiência. Quanto mais espaço publicitário se tem para vender, mais receita é gerada a partir desse “estoque”. 

Fórmula do sucesso? Não totalmente, mas boa parte dos esforços são decorrentes dos investimentos em comunicação digital.