Não completou a compra? Re-marketing nele!

31 Maio, 2007

Incentivos para que as pessoas não desistam de comprar on-line são chamados de re-marketing pela CheetahMail, unidade de negócios da Experian, especializada em marketing pela internet. 

No Reino Unido, a CheetahMail constatou que 30% das pessoas que saem do site antes de completar a compra voltariam e completariam o negócio se recebessem por e-mail uma oferta simples, como um pequeno desconto ou gratuidade no frete.  

O levantamento aponta que 41% das 25 milhões de pessoas que fazem compras pela internet naquele país não finalizam a transação e não têm um motivo aparente. Conquistá-las chama-se “re-marketing”, segundo a CheetahMail - www.cheetahmail.com/corp/resource_center.html.  

Uma grande vantagem do comércio eletrônico em relação ao tradicional é o poder de saber em que ponto exato a compra foi abandonada. Com isso, reter o usuário torna-se aparentemente mais fácil com as técnicas de re-marketing. Ou seja, incentivos são oferecidos ao usuário para que ele retorne à compra, o que representa uma nova fonte de vendas e um aumento no índice de conversão para o lojista. 

O re-marketing não deve ser encarado como insistente, uma vez que se trata de uma comunicação baseada no marketing de permissão, isto é, pode beneficiar o usuário com ofertas personalizadas e dirigidas ao seu gosto, além da possibilidade de descontos e afins. Ou seja: mais uma arma na fidelização dos usuários.  

 

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Mercado de publicidade on-line cresce a passos largos

30 Maio, 2007

A publicidade on-line e as agências que se ocupam deste segmento vem sendo alvo de grandes empresas que perceberam o potencial que a exposição web têm. 

A Microsoft comprou a aQuantive e o grupo de publicidade WPP, a Real Media. Aqui no Brasil, a Agência Click foi vendida para o Aegis Group. Tudo isso para fazer frente ao Google no mercado da publicidade on-line, que, por sua vez está adquirindo a DoubleClick, que como a aQuantive cria anúncios na internet e mede a receptividade deles entre o público-alvo. Isso sem mencionar o Yahoo! que está incorporando a Right Media. 

É interessante ver que apesar do crescimento vertiginoso dos links patrocinados, a publicidade gráfica (os chamados “display ads”) não deixou de ser importante. Apesar de não ser novidade, essa aquisição também sinaliza que a Microsoft já assumiu como estratégica a venda de publicidade na internet. 

 

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Kit para divulgação…só para blogueiros!

29 Maio, 2007

Depois do media kits (informações dirigidas para a imprensa), os blogueiros também passam a ser alvo das estratégias de relações públicas das empresas e ganham o seu próprio kit de informação - o bloggers toolkit. 

A novidade foi idéia da rede CBS para divulgar algumas de suas novas séries nos Estados Unidos. 

O bloggers toolkit compreende links e códigos para que os blogueiros coloquem em suas páginas clipes dos novos seriados. 

A iniciativa da CBS parece já render frutos: o teaser das séries já foi postado por algum usuário no site de compartilhamento de vídeos, YouTube. 

A ação, a meu ver, só evidencia o poder dos blogs, páginas pessoais, isto é, da mídia gerada pelo consumidor como ferramenta de comunicação viral. A era da recomendação! 

 

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Webcensura

28 Maio, 2007

Um estudo promovido pela OpenNet Initiative (fruto da colaboração das universidades inglesas de Cambridge e Oxford, a americana de Harvard e a canadense de Toronto) mostra que a censura na internet está crescendo em todo o mundo sob a forma de filtros e vigilância. Segundo o estudo, 26 de 41 países de várias partes do globo bloqueiam ou filtram os conteúdos de internet. 

Os autores do estudo enumeram as razões da censura na web: a política (são filtradas ou bloqueadas informações dos grupos de oposição), normas sociais (também os conteúdos considerados ofensivos), e a segurança nacional (portais de grupos radicais ou separatistas).  De acordo com o relatório, cada vez mais países censuram, com destaque para Irã, China e Arábia Saudita que não só filtram, como também bloqueiam inúmeros conteúdos. 

A questão que se sobressai é: quem detém o direito de escolher o que vai ser censurado ou não? Voltamos aos idos dos governos ditatoriais que selecionam o que pode ou não ser lido e consumido pelos povos? Como a web é um meio relativamente recente, a forma como a informação está disposta ou é selecionada, filtrada ainda tende a sofrer adaptações. 

Veja mais na web Pesquisa indica aumento de censura na Internet


Medo de quê?

25 Maio, 2007

Segundo notícia no site do Estadão e pesquisa realizada pela consultoria Rapp Collins, poucas empresas brasileiras adotam os blogs corporativos. Menos de 1% das empresas nacionais ouvidas na pesquisa, entre agosto e setembro de 2006, fazem uso dessa ferramenta para difundir informações.Foram pesquisadas 1008 empresas e apenas 0,54% têm blogs corporativos, concentrando suas comunicações em ferramentas mais tradicionais. Para ter um blog, é preciso dedicação ao veículo, à interatividade e colaboração que produz, além de uma política de transparência e relacionamento com o público-alvo do veículo. É preciso também estabelecer regras para a participação dos usuários, de forma que o blog não se torne um “muro das lamentações” da empresa.As empresas brasileiras ainda não se deram conta do poder das ferramentas de internet: apenas 5,55% das empresas que desenvolvem ações de relacionamento com seus clientes, fazem campanhas utilizando as redes sociais de relacionamento.Segundo o coordenador da pesquisa, Ricardo Pomeranz, apesar de 70 mil novos blogs serem criados em média por dia, a ferramenta é ainda uma novidade para as empresas, que estão acostumadas com os processos convencionais de comunicação e, portanto, têm receio do pseudo não controle que um blog propicia. Será que as empresas brasileiras ainda não descobriram o poder dos diários online ou preferem apostar nos instrumentos mais tradicionais como jornais, revistas, sites, televisão e rádio corporativos?  

 

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É baixa a adoção de blogs corporativos no Brasil. 

Pesquisa desenvolvida por iniciativa da Rapp Collins revela que os blogs ainda não são uma realidade nas empresas brasileiras.


TV fora da TV

24 Maio, 2007

Pesquisa da E-Poll concluiu que existem no mínimo outras cinco formas de assistir TV que não no televisor. Foram pesquisados homens jovens e adultos, nos Estados Unidos, entre 13 e 34 anos.  

Os conteúdos da TV estão sendo vistos nos computadores pessoais (75%), notebook (46%), players portáteis (16%), iPods (13%) e celulares (13%).  

O que explica essa diversificação na forma como estão assistindo aos conteúdos de TV, a meu ver, são: a expansão da produção gerada pelo consumidor que acaba gerando vídeos que são assistidos nos suportes acima citados; a falta de tempo para ver a TV e, portanto uma migração destes conteúdos para a internet e suas ferramentas; e, o crescimento da banda larga, que permite baixá-los com mais velocidade. 

A tendência é que o melhor da TV (conteúdo) se some ao melhor da internet (distribuição e variedade de suportes) e, com isso, tenhamos ganhos para ambas as mídias. 

 

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Pesquisa mostra como jovens vêem TV em outras telas 

Five additional ways to watch TV


Poder de polícia?

23 Maio, 2007

Eduardo Parajo, presidente da Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), defende a adoção de um código de ética e de auto-regulamentação para maior segurança da internet brasileira.  Algumas correntes defendem a responsabilidade do provedor de acesso em determinados crimes. Ocorre que as leis em vigor aqui no Brasil compreendem a maioria dos crimes virtuais, o que delegaria aos provedores um poder de polícia indevido e muito complexo de ser posto em ação. 

Os intermediários não podem ser intermediários de uma denúncia. A postura que deve ser adotada é: ao ser notificado, seja por uma autoridade ou por um usuário comum, o provedor de acesso remove aquele suposto conteúdo ilegal. Portanto, cabe à polícia e ao poder judiciário a missão de punir os criminosos, estejam eles no ambiente virtual ou no real. 

Para conhecer o posicionamento do MercadoLivre sobre esse tema – responsabilidade por conteúdo de terceiros – leia o artigo do Dr. Mauro Falsetti, advogado da empresa, no site Migalhas - http://www.migalhas.com.br/mostra_noticia_articuladas.aspx?cod=36482. 

Veja mais na web Provedor não é polícia”, diz presidente da Abranet 


Você já ouviu falar do uTube?

22 Maio, 2007

De 1500 acessos por mês para 2 milhões de visitantes. Esse foi o salto na audiência do site da empresa Universal Tube & Rollform, constantemente confundida com o site de compartilhamento famoso com a mesma pronúncia YouTube. 

A empresa se empolgou tanto que resolveu mudar o ramo de negócios: de tubos, canos e maquinário de cilindros para toques musicais para celular. 

Será que a confusão vai gerar benefícios para o negócio principal da empresa? 

 

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uTube rouba audiência do “irmão famoso”


O dobro de sites em dois anos

21 Maio, 2007

Segundo uma pesquisa feita pela companhia de serviços de internet, Netcraft, o número de sites saltou de 60 milhões em 2005 para 118 em maio de 2007. 

Só em 2007, cerca de 12,8 milhões de sites foram adicionados ao ciberespaço. Entre abril e maio, mais de 1 milhão - cerca de um a cada quatro novos sites - foram blogs.  

O fato é interessante, pois os blogs ainda ressaltam uma outra característica da internet: a participação dos internautas na rede. 

Em minha opinião, o número de sites vai continuar crescendo muito. À medida que as pessoas se familiarizam com as ferramentas da internet, o número de sites, em especial os blogs, páginas pessoais, fotologs e afins tende ao crescimento. A conseqüência disso é uma variedade imensa de temas e uma segmentação por características e afinidades. 

 

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Internet beira 120 milhões de sites 


Querem a sua atenção até no celular!

18 Maio, 2007

Quem paga a conta da publicidade que teremos nas mais diversas mídias? O anunciante! Pelo menos, essa é a tendência que temos observado nos projetos que visam incutir comunicação mercadológica em mídias alternativas. 

Em post anterior, falamos sobre a publicidade nas máquinas de venda que terão a conta paga pelo anunciante e o benefício direto para o consumidor: quando não o produto gratuito, terão o preço abatido em função de terem aceito a propaganda. 

Nos telefones celulares, não será diferente: se a publicidade chegar a este aparato, quem pagará a conta certamente serão os anunciantes que querem se valer dessa comunicação dirigida. Muitos dos serviços disponíveis no celular poderão sair de graça para o usuário se aceitarem receber mensagens publicitárias em seus aparelhos pessoais. 

Porém, mensurar se a publicidade teve efeito nos receptores é relativamente fácil. Demanda tempo para pesquisa e avaliação se houve movimento em direção à marca anunciante. Difícil é quantificar quem não recebeu bem a mensagem publicitária.  

Creio que esse será um desafio para quem optar pelas mídias alternativas. 

 

 

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Publicidade será fonte de receita para celularTome seu café enquanto saboreia uma…publicidade!