Música digital: definitivamente o futuro da indústria fonográfica

30 Abril, 2007

Uma das gigantes norte-americanas do comércio eletrônico – Amazon – vai lançar uma loja própria de download de músicas online sem a proteção á cópia – digital rights management (DRM) defendido pela iTunes da Apple. 

A aposta da Amazon consolida uma tendência no mercado fonográfico: a música digital veio para ficar e, talvez, até para superar a música tradicional consumida em CD. 

Comentamos sobre o posicionamento de Steve Jobs e da tecnologia DRM na música digital em ocasiões anteriores: http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2007/02/12/steve-jobs-e-o-fim-do-drm-na-musica-de-internet/. 

A liberação do DRM só melhoraria a concorrência e melhoraria os preços para os usuários finais…para os artistas é que a fonte de renda diminuiria… 

Porém, a grande questão em torno da abertura de uma loja pela Amazon é, definitivamente, que a música digital já conquistou a preferência dos internautas e veio para ficar. 

 

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Amazon prepara loja para rivalizar iTunes


Comunicação viral com métrica

27 Abril, 2007

Uma ferramenta que tem como objetivo rastrear mais de 100 milhões de visitas pela web, incluindo as redes sociais online como YouTube, Google Video, MySpace e MetaCafe, chegou ao Brasil.  

A Viral Chart, como é chamada, faz, em outras palavras, o rastreamento de peças de marketing viral e também de advergames. O interessante é que a ferramenta permite o acompanhamento da ação enquanto ela se espalha pela internet. Toda vez que a peça é acessada, a ferramenta contabiliza. Ou seja, a medição é em tempo real. 

Veja a demonstração oferecida pelo próprio site: http://www.viralchart.com/admin/reports/campaign-reports.php. 

Um enorme vantagem da internet em relação às outras mídias é o imediatismo até mesmo da avaliação. Enquanto as pesquisas de audiência das mídias tradicionais demoram para coletar dados e consolidá-los, a avaliação na internet é acompanhada no momento em que o usuário está utilizando o site. 

 

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Ferramenta para rastrear açoes virais será lançada semana que vem no Br


Será o fim dos pageviews?

26 Abril, 2007

Um estudo da Nielsen NetRatings defende mudanças no método de mensurar a audiência na web, uma vez que os vídeos e podcasts alteraram os formatos consumidos na rede. 

O relatório critica, sobretudo, a medida por page views, pois, quando se baixa um podcast ou um vídeo, o tempo de navegação é superior ao de uma simples visita, que pode gerar mais cliques na página. 

A Nielsen, portanto, propõe que a medida de avaliação seja o tempo despendido pelo usuário no site, ao invés de page views. 

Em minha opinião, nada mais democrático do que combinar mais de uma forma de avaliação para se medir a audiência de um site.  

 

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Vídeos mudam forma de medir audiência na web


Convergência que leva ao poder

25 Abril, 2007

Links patrocinados, exposição na mídia impressa, digital, eletrônica e radiofônica. Essa é a aposta que um dos maiores conglomerados da mídia online está tentando fazer. 

E, se funcionar, o Google será uma das empresas mais influentes em termos de publicidade. E não estamos falando apenas do bolo destinado à mídia online. 

Se analisarmos objetivamente a proposta do Google, veremos que se trata de uma tendência no mundo publicitário atual. 

A diversificação das receitas e de oportunidades de anúncio para os clientes faz com que as empresas que estão se posicionando neste modelo passem de empresas de TI para empresas de mídia. 

O que é de se atentar nesse casamento do on com o offline é que de especialista para generalista há um salto muito grande. Administrar ambos os meios e conhecê-los a fundo é tarefa árdua de quem quer estar tanto na mídia tradicional quanto na digital. 

 

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Google Offline – revista Exame (só para cadastrados).


Depois do shut down day, a semana sem TV.

24 Abril, 2007

A organização TV Turn-Off Network promove a campanha internacional TV Turnoff Week, que tem como objetivo questionar a passividade diante do televisor e que propõe desligar os aparelhos e usar o tempo para criar, aprender, ler, construir e refletir.  

Aqui no Brasil, ocorre pela segunda vez e a campanha leva o nome de Semana do Desligue a TV, incluindo um concurso entre escolas em torno de duas temáticas: “Educação para compreensão da mídia” e “Alternativas ao hábito de assistir TV”. Informações no site da campanha aqui.  

No Brasil, o “Desligue a TV” é uma campanha para conscientizar a opinião pública sobre os males do excesso de televisão no cotidiano a fim de discutir o seu uso e colaborar com a divulgação e criação de atividades alternativas. É baseado na iniciativa internacional TV Turnoff Network e vai de 23 a 29/04/2007. 

Depois da proposta de ficar um único dia sem acessar o computador, será que as pessoas altamente midiatizadas, vão conseguir desligar o televisor por uma semana? 

Um fato importante de se mencionar, no entanto, é que ambas as campanhas – sem internet e sem TV - fizeram suas mobilizações pela rede. Apesar dos pesares, as manifestações ganham força e vigor na net.


Trocou a TV para fazer jornalismo cidadão

23 Abril, 2007

O jornalista Luiz Carlos Azenha, veterano do jornalismo televisivo, anunciou que vai abandonar a Globo para dedicar-se ao seu projeto pessoal na web “Vi o Mundo”.

A justificativa de Azenha, em entrevista dada à Folha de S.Paulo, é que ele quer experimentar novos formatos de jornalismo que não o feito
em TV. Por enquanto, declarou que vai se dedicar ao site “notícias que os outros não dão”. “Em breve, o site vai estrear em nova versão. Quem acessá-lo poderá postar vídeo, áudio e foto. Quem tem uma câmera e um computador como eu pode fazer uma TV na internet. Vou comandar investigações jornalísticas com internautas”, diz.

A questão aqui é, novamente, o jornalismo cidadão. O jornalista não poderia praticar um modelo participativo, interativo e colaborativo nos noticiários televisivos convencionais.

Será que estamos fadados ao jornalismo colaborativo? Em minha opinião, haverá um equilíbrio entre o jornalismo tradicional, produzido pelos grandes grupos de mídia, o jornalismo “faça-você-mesmo” e o jornalismo participativo.

Porém, é inegável que a participação, a colaboração e a interação com cidadãos comuns é irreversível e impossível de não ser notada e adicionada ao “fazer jornalístico”. 

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Repórter ‘top’ troca a Globo pela internet


Weblogs completam uma década

20 Abril, 2007

Segundo notícia do site Comunique-se, em abril de 1997, o especialista

em informática Dave Winer, começou a redigir um diário na internet que ficaria conhecido como weblog. O termo weblog, por sua vez, foi criado por Jorn Barger, um dos pioneiros do robotwisdom.  

Os blogs ganharam fôlego aos poucos e hoje, figuram entre fontes fidedignas de informação junto a mídias importantes e tradicionais. 

Os jornalistas de renome foram criando seus blogs, especialistas das mais diversas áreas também o fizeram. As empresas também passaram a dispor de diários na web e hoje, vemos uma gama enorme de temas, especialistas e formatos de blogs. 

A grande revolução dos blogs na web se deu justamente por eles permitirem que qualquer pessoa com acesso à rede, sem nenhum conhecimento técnico de programação, pudesse criar uma página pessoal e fazer barulho com suas idéias e postagens. 

Acontecimentos recentes como as guerras acabaram por fortalecer os blogs. Mais rápidos que a mídia tradicional e com um olhar diferente, talvez mais democrático, popularizaram os diários (inicialmente) pessoais e ganharam a simpatia e a adesão dos internautas. 

Na publicidade, os blogs ainda vão representar uma fatia do bolo, uma vez que fazem cada vez mais sucesso entre os internautas e chamam tal atenção que chegam até a disputar espaço com a mídia tradicional. 


Por fim, o que era apenas uma extensão dos diários pessoais de adolescentes transformou-se em fonte de notícias, de entretenimento, de reunião de pessoas, de comentários, pontos de vista, opiniões, liberdade de expressão, apenas para citar alguns.
 

Que venham os próximos dez anos!


Conteúdo: palavra mágica na internet

19 Abril, 2007

Atrair a atenção dos usuários é fundamental para quem atua no mundo digital. E conteúdo relevante é uma das formas de se fazê-lo. 

Como somos bombardeados por informações a todo momento, diferenciar-se pelo conteúdo de interesse do público-alvo pode fazer diferença. O conteúdo, segundo Larry Chase, publisher do “Web Digest for Marketers”, em notícia do site JumpExec, pode ser dividido em editorial e comercial. 

Mesclar os conteúdos pode ser um jogada de marketing para atrair mais visitantes para o site como pode também ser um fator de afastamento para muitos outros. 

Ter conteúdo de qualidade e de interesse do público-alvo pode facilitar nas decisões de compra de um site de comércio eletrônico, por exemplo. Aqui, no MercadoLivre, temos os guias e as opiniões e catálogo que fazem esse papel. 

Já o conteúdo comercial, por exemplo, serve aos propósitos de venda da empresa. Um catálogo de produtos no website da organização, a lista de produtos e serviços à venda, etc. 

O que muitos veículos de mídia estão fazendo é dentro dos seus editoriais, incluir links para conteúdos comerciais. 

A mistura de conteúdos editoriais e comerciais no mesmo espaço pode ser perigosa, deve haver uma delimitação evidente entre um e outro. O usuário não rejeita o conteúdo comercial, porém, não o aceita em qualquer espaço. Sobretudo nos que se sente invadido. Os sites de e-commerce e de classificados são um lugar apropriado para a busca de tal conteúdo.  

O que me parece interessante para sites de conteúdo eminentemente comercial (tais como o MercadoLivre), é inserir conteúdo editorial relevante que pode servir de respaldo a decisões de compra e de venda. Dicas de outros usuários, manuais de produtos, comentários de quem compra e vende…mídia gerada pelo consumidor que auxilia os demais nas tomadas de decisão. 

Bom senso, confiança e abertura de canais de diálogo entre quem produz conteúdo e quem consome são os ingredientes para gerar receita e credibilidade para os websites. 

Por fim, a comunicação de mão dupla permite que o consumidor interaja com a marca, com outros usuários, que tenha voz ativa e gere conteúdo. Como conseqüência, a empresa colherá frutos no boca-a-boca online e na comunicação viral, que se propaga sozinha. 

 

 

Veja mais na webhttp://jumpexec.uol.com.br/index.php?sub=3&land=ler&idArtigo=1132


Força ao jornalismo cidadão e aos blogueiros

18 Abril, 2007

Diversas denúncias têm aparecido primeiramente em blogs e não nos veículos tradicionais de mídia, como era de se esperar.

A notícia de 16/04 do site BlueBus traz a deflagração de duas crises recentes: a pressão para a renúncia do presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz, após a promoção de sua namorada dentro da instituição; e a demissão do apresentador de rádio e TV Don Imus, pelo comentário racista que fez.

O que impressiona é que as pressões em cima de tais autoridades e celebridades não está partindo da mídia tradicional. Foi originado pelos blogueiros norte-americanos.

Mais do que apenas os blogs, temos visto como tendência o jornalismo cidadão por meio do qual uma pessoa comum “com uma câmera na mão e uma idéia na cabeça” pode captar imagens, inserí-las em seu blog, divulgá-las para milhares de pessoas e com isso começar um movimento.

Só não faz barulho com a sua causa em tempos de internet, quem não quer… 

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O que era tendência – Ainda são os blogs que denunciam os escândalos


As empresas da era 2.0 da web estão prontas para o mercado de capitais?

17 Abril, 2007

Embora exista uma alta exposição e uma grande especulação em torno das organizações que gravitam no mundo da web 2.0, não há maturidade financeira para que passem a figurar na bolsa de valores, abrindo o seu capital para o mundo. 

A matéria da revista Forbes americana traz exatamente o questionamento: “Where Are The Web 2.0 IPOs?” (Onde estão os IPOs das companhias 2.0?). 

Diferente do que aconteceu em 1999, simplesmente atrair visitantes, gerar tráfego ou criar campanhas virais de marketing não habilitam nenhuma empresa a se tornar pública a fim de angariar capital. 

Uma alternativa que tem se tornado mais viável às prodígias da web é a venda para um dos gigantes da internet, como Google, Yahoo e eBay. Apenas para mencionar exemplos reais dessa estratégia, temos a compra do YouTube pelo Google, a do Overture pelo Yahoo e a do Skype pelo eBay.  

Dentro dessas estruturas maiores, as empresas de Web 2.0 contribuem de forma mais direta para o resultado, além de diluírem suas despesas. Isso sem mencionar na vantagem que os empreendedores 2.0 têm em venderem um negócio e saírem com os bolsos recheados de dinheiro.  

 

Veja mais na web 

Where Are The Web 2.0 IPOs? – Revista Forbes.