31 Janeiro, 2007
Os visionários e incubadores de projetos web, Januus Friis e Niklas Zennstrom, criadores do site de compartilhamento de músicas Kazaa e do Skype, software gratuito capaz de fazer conexões sobre VoIP, começam a mostrar suas garras com o projeto de TV na web, o Joost.
Escritórios em Leiden (Holanda), Toulouse (França), Londres (Inglaterra) e Nova Iorque (EUA) foram criados e as contratações parecem ganhar força.
O projeto, segundo o próprio site, combina as melhores coisas da TV com o poder social da internet. O projeto permitirá, segundo seus idealizadores, que usuários, publicitários e produtores de conteúdo tenham mais escolha, controle e criatividade sobre o que será transmitido. A ferramenta já pode ser obtida em sua versão beta.
Será que os incubadores vão ter êxito como tiveram com o Kazaa e com o Skype? Será que se tornarão uma fábrica de soluções web e farão cada vez mais dinheiro?
Jannus e Niklas têm o toque de transformar idéias que não necessariamente são absolutamente novas em enormes sucessos de público. Existem outros empreendedores trabalhando conceitos de TV pela web, mas nenhum se tornou um sucesso comercial. Esse permanece como o grande desafio e talvez a genialidade de Friis e Zennstrom esteja em mais uma vez transformar a idéia em empresa de sucesso.
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30 Janeiro, 2007
Segundo notícia do site InfoMedia, a gigante da música Sony BMG decidiu se aproximar do universo de poscasting através de um acordo com a agência de marketing Rock River Communications. Para lidar com a música baixada via internet, com os sites de compartilhamento, entre outros, as corporações ligadas ao mundo fonográfico andam se reiventando.
A agência Rock River já realizou ações com empresas como Volks e Verizon e de acordo com o Wall Street Journal, Ford e Chrysler recorreram à Sony BMG para licenciar música para distribuição via podcast por um ano, independentemente o número de downloads realizados.
A novidade não é a distribuição em si, mas sim a nova forma de trabalhar da indústria da música. Habituada a lançar sanções e restrições à distribuição digital, agora parece ceder aos encantos da web.
Mesmo porque se a indústria fonográfica não dançar conforme a música, pode perder receita e até mesmo exposição e credibilidade junto ao público consumidor.
Outro fator que impulsionou a entrada da Sony neste terreno pode ser a popularidade cada vez maior de bandas surgidas e propagadas via internet, que tem feito com que as grandes gravadoras sucumbam ao que combateram até agora.
Vamos aguardar cenas dos próximos capítulos.
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29 Janeiro, 2007
Até o final de março de 2007, o departamento de Museus e Centros Culturais quer lançar mil páginas na Internet para os museus que estão no Cadastro Nacional de Museus. As páginas farão parte do portal do Sistema Brasileiro de Museus, no endereço www.museus.gov.br/.
A entrada dos museus na web é uma iniciativa comum em museus de outros países. O Museu do Louvre e o de Guggenheim possuem sites e até tours virtuais pela web. A iniciativa democratiza o conhecimento e ainda gera oportunidades para pessoas que nunca poderiam visitar presencialmente o museu.
É a história entrando na era da web!
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Escrito por mlonlinegeneration
26 Janeiro, 2007
A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) divulgou que o faturamento da compra de música online (álbuns e singles) no mundo em 2006 pela rede cresceu 89% em comparação com 2005.
No total, segundo a entidade 795 milhões de faixas foram baixadas por meio de quase 500 sites em 40 países.
Dois bilhões de dólares é a movimentação gerada por esse montante, que já responde por 10% da indústria fonográfica global, índice que pode chegar, de acordo com a IFPI, a 25% até 2010. Diante destes fatos, acredito que 10% é uma fatia significativa para um canal de comercialização tão novo.
Outro fato que podemos destacar é que a internet não vai canibalizar outros canais de venda, mas sim, ajudar a aumentar a eficiência.
Certamente, os custos de vender pela internet são menores que nos demais canais, o cenário é irreversível e trata-se de um meio adicional para se vender o produto. Mas, isso não significa que outras formas de venda deixarão de existir. A palavra correta e válida para a indústria fonográfica e a internet é coexistência!
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Escrito por mlonlinegeneration
24 Janeiro, 2007
De acordo com notícia do portal www.estadao.com.br, empresas de tecnologia como Microsoft, Google, Yahoo e Vodafone se reuniram com grupos de defesa dos direitos humanos e da liberdade de imprensa a criação de um código de conduta para a internet.
O conjunto de normas visaria proteger a liberdade de expressão e a privacidade dos usuários da internet.
Particularmente, sou a favor de um código de conduta que discipline a atuação de empresas e profissionais na internet, mas, sou contra qualquer tipo de censura ou violação de direitos humanos.
Voltar a tecnologia contra o cidadão ou censurar conteúdos não é o que espero na criação desse código. A internet é um ambiente democrático per se e deve continuar sendo, pois é o veículo da inclusão e da diversidade por excelência e essência.
O código a meu ver deve reforçar a postura que muitas empresas norte-americanas, européias e mesmo brasileiras, como o MercadoLivre por exemplo, vem tomando há tempos: ao ser notificado sobre um conteúdo irregular, o provedor de serviços da internet, após investigar a denúncia, se encarrega de removê-lo. Dessa forma, a liberdade de expressão e a privacidade das pessoas seria no mínimo amplificada.
Vamos acompanhando para ver se o código vingará.
Para saber mais sobre a redação do código ou sobre o projeto, acesse os sites do Center for Democracy and Technology (Washington) e da Business for Social Responsability (São Francisco), responsáveis pela iniciativa.
Veja mais na webGrupos de tecnologia querem criar código de conduta na Web (Fonte: www.estadao.com.br – Vida Digital - 22/01/2007 - 16h11)
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Escrito por mlonlinegeneration
23 Janeiro, 2007
Em uma ação conjunta entre o Banco Itaú e a agência África, os crepúsculos de Salvador (BA) e de Florianópolis (SC) poderão ser vistos pela internet.
Na última segunda-feira, 22/01, aconteceu a primeira transmissão pelo portal iG. As próximas acontecerão nos dias 30/01, 01/02 e 05/02, no iG, e nos dias 24/01, 31/01, 07/02 e 09/02, no Terra.
A ação da agência e do banco é transmitir a idéia de conveniência e comodidade, ou seja, enquanto você curte as coisas boas do verão, o banco trabalha para que você tenha essa tranqüilidade.
Depois de “enquadrar” o pôr-do-sol, visitar qualquer lugar sem sair de casa ou do trabalho, o que mais a web nos reserva?
Veja mais na web: Itaú transmite pôr-do-sol de Salvador e Floripa pela web.
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Escrito por mlonlinegeneration
22 Janeiro, 2007
Depois que os sites como YouTube, BitTorrent e Google Vídeo popularizaram o consumo de vídeos pela internet, a grande aposta para 2007 são os chamados tocadores de MP4.
Portáteis e com visores que permitem assistir o conteúdo outrora apenas de áudio prometem fazer com o vídeo o que os mp3 fizeram com a música.
Tais aparelhos ainda se diferenciam uns dos outros em dois aspectos: tamanho da tela e capacidade de armazenamento. Os mais recentes já estão aumentando o tamanho das telinhas.
Além disso, uma boa novidade para 2007 podem ser os aparelhos celulares, que já tocam música, tiram foto e podem agregar a função vídeo. A tecnologia para isso já existe. O preço é que ainda deve alcançar um patamar mais acessível.
Alguns dos tocadores de MP4 ainda vão ajudar na desintermediação TV > DVD > Computador > Tocador. Alguns permitirão gravar os vídeos direto da TV, sem precisar passar pelo computador ou pelo DVD. É só plugar e gravar.
Outra utilização é a acoplagem de caixas de som/amplificadores nos tocadores de mp3 e mp4 em ambientes como pequenos comércios. O aparelho acaba funcionando como um sistema de som para o local.
A convergência de funções não é nenhuma novidade. Quanto mais evoluem os aparelhos e a web, que passa a ser fonte de alimentação dos primeiros, mais portabilidade, ubiqüidade e capacidade teremos.
E você, já entrou na era dos tocadores digitais?
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19 Janeiro, 2007
Notícia do site Meio e Mensagem de 08/01 (Tudo compra comunidade no Orkut) relata a venda da comunidade “Eu amo Floripa” para a agência Tudo, do grupo Ypy. A comunidade foi selecionada pela agência para fins de divulgação de informações e distribuição de prêmios para os participantes.
A agência é uma das responsáveis pela organização dos eventos Floripa Tem e Canto pro Mar. Além do Orkut, a agência também está preparando vídeos promocionais para distribuir no YouTube. Tudo isso porque acreditam que são meios propícios para atingir o público jovem de todo o País utilizando ferramentas que estejam intimamente ligadas ao seu cotidiano: “Queremos também que aquele seja um espaço democrático, em que as pessoas expressem suas opiniões sobre os eventos”, diz Maurício Magalhães, presidente da empresa.
Se a moda de comprar comunidades consolidadas pegar, o orkut vai virar uma indústria? Será que os usuários vão aceitar propagandas, ainda que veladas, em suas comunidades preferidas? Será que a inserção de tópicos com fins comerciais não pode ser considerada SPAM?
Pode ser “um tiro no pé” comprar uma comunidade no orkut ou em qualquer outro site de relacionamento. Uma vez que o usuário participante descobre que sua comunidade está sendo utilizada para “fazer propaganda”, pode deixar de participar efetivamente ou o próprio site pode perder a credibilidade…
Vamos aguardar as cenas do próximo capítulo deste assunto…
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18 Janeiro, 2007
Segundo notícia do site Adnews, em 2006, o Brasil registrou em 2006 um total de 560 transações, envolvendo fusões e aquisições de empresas, com crescimento de 44% em relação a 2005, de acordo com o relatório da consultora internacional PricewaterhouseCoopers. O sócio da Price, Raul Beer, diz que neste ano, tal como em 2001, houve uma série de transações de pequeno porte, influenciadas pela Internet.
A internet nestes casos é um importante componente para se atingir mercados e locais improváveis sem a força e a abrangência da rede.
A notícia ainda destaca o poder dos pequenos empreendimentos quando somados na internet. A rede permite que grandes e pequenos consigam atuar e ter voz. As grandes companhias atingem seus mercados por vias tradicionais e utilizam a internet como uma canal adicional de exposição, comercialização e comunicação. Os pequenos têm a oportunidade de se solidificarem via web e mais, podem tê-la como canal principal de negociações, divulgação e vendas.A cada ano, a quantidade de internautas cresce e os e-consumidores vão ganhando mais confiança para transacionar pela web, o que mostra o potencial da rede como o padrão do mundo dos negócios.
Veja mais na webInternet impulsiona fusões de empresas no Brasil
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Escrito por mlonlinegeneration
17 Janeiro, 2007
Depois das polêmicas que rodearam o caso Cicarelli e YouTube é possível fazer um balanço sobre a postura dos internautas e dos provedores no Brasil. De tudo o que foi publicado, comentado, falado; entre mortos e feridos, o que restou? Vamos por partes: Daniela Cicarelli e o namorado: mais visibilidade, mais presença na mídia, menos privacidade.
Advogados: fama, notoriedade, prestígio, visibilidade. Sites da internet: por um lado, maior audiência; por outro, problemas com conteúdos de terceiros. YouTube: embora tenha registrado 4,1 milhões de acessos apenas no Brasil em novembro, de acordo com Ibope/Netratings, saíram perdendo pois uma decisão judicial quase os tirou do ar. MTV: se viu obrigada a se pronunciar devido à enxurrada de e-mails recebidos.
Justiça: acuada pela Opinião Pública Virtual, teve de rever sua decisão de tirar o site do ar. Internautas: indignados, moveram montanhas, quer dizer, sites, blogs, listas de discussão, comunicadores instantâneos contra a censura “chinesa” sofrida pela internet, especialmente pelo site de compartilhamento de vídeos. Internet brasileira: comparada à China, sofreu uma grande sanção, mas, com o seu próprio poder de disseminação rápida e viral, deu a volta por cima. Frente a esse panorama, dois itens se apresentam aos meus olhos:1) A legislação ou a postura de quem lida com a internet deve seguir os padrões norte-americanos ou europeus – ao ser notificado sobre um conteúdo ilícito ou prejudicial, o provedor deve removê-lo.2) A internet tem auto-gestão. No meio de seu próprio problema (vídeo inadequado), a agora virtual se posicionou e deu sua sentença: removam o vídeo, mas não o site. Postura essa que se chocou à da justiça off-line. Quem tem razão? Um ponto é pacífico: os tempos da censura ficaram no passado, numa ditadura passada e não mais bem-vinda, seja ela on ou off-line.
Veja mais na web - Caso Cicarelli X YouTube: há vencedores? (IDGNow).
- Leia a íntegra do comunicado de Cicarelli sobre o fechamento do YouTube (Folha Online).
- Cicarelli diz que namorado fez pedido para bloquear YouTube (Estadao.com.br).
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Escrito por mlonlinegeneration